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Mensagens - samuka619

Páginas: 1 2 3 ... 9
1
Compras / Bolsas Eagle Industries
« em: Junho 08, 2021, 17:14:08 pm »
Procuro Eagle Industries SFLCS - kHAKI

EAGLE INDUSTRIES KHAKI FLASHBANG


EAGLE INDUSTRIES KHAKI UTILITY POUCH 935


Eagle Industries MBITR Tactical Radio Pouch Khaki

2
Vendas / Farda Farda padrão português
« em: Maio 26, 2021, 14:06:23 pm »
Farda padrão português, corte ACU, feita por encomenda tamanho XL mas equivale a um L confortável.
35€






3
Vendas / Parka Original DPM Holandês
« em: Maio 26, 2021, 13:50:45 pm »
PARKA EXÉRCITO HOLANDÊS, tamanho L, impermeável, com forro de goretex
35€





4
Vendas / Bolsa Cintura - WAIST PACK
« em: Maio 12, 2021, 09:31:17 am »
Bolsa Cintura - WAIST PACK
OD e TAN usadas 7.5€ cada

OD




TAN







5
Vendas / internos e shell Celcius CTW
« em: Maio 05, 2021, 10:26:57 am »
Internos e shell Celcius CTW - 65€ (portes incluídos)




6
Projectos DIY / Slap Charges
« em: Maio 05, 2021, 10:19:26 am »
*How to make cheap and easy Slap Charges*
Recently we got a lot questions about the Slap Charges, how we got them where we got them from and how to make them. So here is a quick DIY tutorial on how to make Slap Charges.
Materials:
Cardboard, cord, tape (black), pencil, knife & ruler.
1. First of all draw lines around 45x2,5cm on the cardboard, you will need 4/5 lines for 1 slap charge.
2. Cut all the parts apart and make a pile of it.
3. When you have a pile of 4/5 layers you can tape them together.
4. You can stick a part of the cord in the middle of the pile
5. Make sure that the cord is around 9cm and then make a knot at the end of the cord. So it wil stick out of the pile of cardboard layers around 6/7cm.
6. After you have the right length of the cord you can tape it solid to the cardboard so it won't fall out.
7. When you have the cardboard layers with the cord ready you can start taping the cardboard layers. When you taped the hole cardboard it is time to crush the edges with a hamer or slam it on the floor.
8. Now your Slap Charge is done. If you want, you can attach some double-sided tape on one side of the Slap Charge.
Hope we helped some of the guys out who asked about it!

1. First of all draw lines around 45x2,5cm on the cardboard, you will need 4 lines for 1 slap charge.


2. Cut all the parts apart and make a pile of it.


3. When you have a pile of 4 layers you can tape them together.


4. You can stick a part of the cord in the middle of the pile


5. Make sure that the cord is around 9cm and then make a knot at the end of the cord. So it wil stick out of the pile of cardboard layers around 6/7cm.




6. After you have the right length of the cord you can tape it solid to the cardboard so it won't fall out.
how to upload images to the internet

7. When you have the cardboard layers with the cord ready you can start taping the cardboard layers. When you taped the hole cardboard it is time to crush the edges with a hamer or slam it on the floor.


8. Now your Slap Charge is done. If you want, you can attach some double-sided tape on one side of the Slap Charge.

7
Vendas / Ris 9.5 24cm Noveske
« em: Maio 03, 2021, 17:05:28 pm »
Ris 9.5 24cm Noveske, AEG - 35€


9
Vendas / internos e shell Celcius CTW
« em: Janeiro 11, 2019, 10:28:59 am »
internos e shell Celcius CTW - 60e

https://imgur.com/a/goC6sYU

10
Vendas / Colete AAV FSBE,Bolsa de Cintura e Patchs
« em: Setembro 24, 2018, 12:55:25 pm »
Colete AAV FSBE - OD - 25€

BOLSA ADIMIN
BOLSA UTILITIES VIPER
BOLSA TRIPLA MAGS MILTEC
BOLSA RADIO





Bolsa de Cintura OD e Cinto Miltec 15€




Patchs Marsoc  5€


Patch 4€






11
Vendas / ICS M4A1/CQB
« em: Setembro 24, 2018, 12:38:13 pm »
ICS M4A1/CQB de fácil configuração
250€
1 mala de transporte
6 mid caps pmag
3 baterias 7.4
1 fake laser
1 conjunto de miras mecanicas
1 scope com high mounts/low mounts
1 cano externo M4A1
1 cano interno M4A1 SISTEMA
2 cronhas
1 coronha folding stock
1 ris
1 guarda mãos
2 tapa ris
2 hop up ICS

*TUDO ICS

1-REPLICA ICS PROLINE M4A1/CQB
CANO INTERNO ACTION ARMY, HOP UP METALICO







12
Tácticas, estratégias e modulos de jogo. / Boina Verde U.S Parte 02
« em: Janeiro 19, 2017, 13:06:41 pm »
ARMAMENTOS E EQUIPAMENTOS

O U.S. Army Special Forces devem ser capazes de operar com qualquer arma de fogo portátil que exista no mundo. São, portanto, treinadas em praticamente todo armamento que possa ser encontrado em operação em qualquer lugar do planeta.

Porém normalmente os homens das Special Operation Forces (SOF) usam armamento americano, especialmente hoje em dia o rifle M4/M4A1 de 5.56mm, a pistola M1911/M1911A1 de .45, as metralhadoras M240 e M60 de 7.62mm e as já consagradas sub-metralhadoras da série HK MP-5 de 9mm.
A identificação principal das Special Operation Forces (SOF) é a cobertura que deu origem ao apelido "Boinas Verdes". A marca de Special Operation Forces (SOF), que se encontra na boina, é uma combinação de flechas com uma adaga, configurando um "X" em relevo. O lema que aparece junto à marca, envolvida por um viés, diz "De Oppresso Liber" (Libertação da Opressão), refletindo a missão. Normalmente o distintivo varia na cor, dependendo do grupo. A graduação dos oficiais encontra-se na própria insígnia. Como acontece com outras forças especiais, os uniformes básicos são os mesmos do Exército americano, embora possa haver detalhes particulares que caracterizam a missão.



Na verdade, as flechas cruzadas começaram a aparecer nas jaquetas das forças especiais americanas em lugar da insígnia da divisão. Entretanto, as Special Operation Forces (SOF) são tropas completamente abertas e não costumam agir ou se vestir camufladamente, deixando isso para as outras unidades formadas mais recentemente.

HISTÓRICO DE COMBATE DO U.S. ARMY SPECIAL FORCES
Quando as Special Operation Forces (SOF) têm um trabalho para fazer, elas acreditam que este deve ser feito rápido, com precisão, e eficazmente, pois normalmente tal tarefa é extremamente complexa, com muitas vidas em jogo, e muitas variáveis desconhecidas. Enfrentando essas condições, os homens nestas unidades não desperdiçam o seu tempo e esforço para expressar sentimentos. Eles são extremamente profissionais, práticos e enfocam à missão que tem a mão, sempre procurando vulnerabilidades nos seus obstáculos ("inimigos") que podem ser exploradas para resolver o problema do modo mais limpo e completo possível.
Depois da Guerra do Vietnã, não só as Forças Especiais, como todas as Forças Armadas dos Estados Unidos caíram em descrédito público e tiveram momentos difíceis. Aconteceram reduções na Força e nas finanças e o Pentágono teve que se adaptar aos novos desafios. Com Ronald Reagan na presidência dos Estados Unidos a partir de 1981, os militares foram novamente valorizados, especialmente as Special Operation Forces (SOF). Diante da invasão do Afeganistão pela União Soviética, do fracasso no resgate dos reféns americanos no Irã, da instabilidade na América Central, especialmente na Nicarágua, e dos problemas no Líbano, Reagan queria uma América forte e preparada em todos os sentidos.



Os homens das Special Operation Forces (SOF), estiveram envolvidos em várias operações secretas durante os anos 80 especialmente em Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua e Oriente Médio. É importante destacar que as Special Operation Forces (SOF) estiveram diretamente envolvidas na Invasão de Granada, Operação Urgent Fury (1983), na Força de Paz no Líbano (1983) e na Invasão do Panamá, Operação Just Cause (1989). Os anos 90, com a queda do Muro de Berlim e a dissolução da União Soviética, trouxe um mundo repleto de desafios para as Special Operation Forces (SOF).

O terrorismo voltou a ser uma ameaça em escala global, explodiram guerras de libertação e os conflitos étnicas sem avolumaram. Além de tudo isto Saddam Hussein e o Oriente Médio exigiram uma grande atenção e envolvimento dos Estados Unidos, tanto a nível político, quanto militar.

Diante da invasão do Kuwait pelo Iraque, fez-se necessário montar uma grande Coalizão de Nações para expulsar o ditador Saddam Hussein e trazer paz a região.

Os homens das Special Operation Forces (SOF) foram extremamente importantes no processo de formação, integração e manutenção das forças que compunham a Coalizão. Com uma capacidade excepcional para trabalhar de forma integrada com exércitos estrangeiros, o domínio de vários idiomas e o conhecimento dos costumes de vários países, as Special Operation Forces (SOF) foram de suma importância na Operação Tempestade no Deserto.



Mas os operadores das Special Operation Forces (SOF) não ficaram apenas na retaguarda do conflito, eles trabalharam com os curdos no Norte do Iraque e com os grupos opositores xiitas no Sul, além de realizarem inúmeras outras operações que ainda permanecem secretas. Após o conflito no Iraque, as Special Operation Forces (SOF) estiveram envolvidas na Somália (1992-1993) em apoio as tropas da Nações Unidas (ONU) que foram enviadas para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e as tropas do General rebelde Farah Aidib. Neste país aconteceu em 1993 um grande incidente envolvendo forças americanas (Deltas e Rangers) e rebeldes de Farah Aidib, quando os americanos montaram uma operação para prender os tenentes de Aidib.

A operação foi comprometida e morreram 18 americanos e centenas de somalis. As Special Operation Forces (SOF) também estiveram envolvidas no Haiti (1994), quando tropas norte-americanas foram usadas para garantir a posse do presidente eleito, o exilado Jean-Bertrand Aristide, que estava sendo impedido pelo General Raoul Cédras. Diante da grande pressão dos Estados Unidos Cédras cedeu e deixou o governo. Grandes conflitos étnicos aconteceram na região dos Bálcãs na década de 90, e em 1995 tropas americanas, juntamente com as suas Special Operation Forces (SOF), como parte da OTAN são enviadas para a Bósnia com o objetivo de garantir a assinatura formal do acordo de paz entre Sérvia, Croácia e Bósnia.

Os americanos também se envolveram nos conflitos em Kosovo, e as Special Operation Forces (SOF) estiveram na região travando contato com as forças do Exército de Libertação do Kosovo (ELK) que faziam oposição ao exército iugoslavo. E importante notar que as Special Operation Forces (SOF) operaram tanto em Kosovo quanto na própria Iugoslávia, principalmente nas operações de assinalação de alvos para os aviões da OTAN e no monitoramento do exército de Milosevic. Um capítulo importante das Special Operation Forces (SOF) é a sua contribuição ao combate ao narcotráfico. Desde os anos 80 que os militares americanos estão envolvidos neste tipo de operação, especialmente na América do Sul. Oficialmente assessores americanos treinam e monitoram tropas de vários países sul-americanos na luta contra os traficantes de drogas especialmente em países como a Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Porém muitas das suas operações são secretas e são realizadas em cooperação com a CIA e DEA (Agência anti-drogas americana). Só em 1998 as Special Operation Forces (SOF) realizaram 123 missões de combate ao tráfico de drogas em 104 países.

As Special Operation Forces (SOF) também desempenharam inúmeras outras missões de apoio a política externa americana como programas de intercâmbio, exercícios militares conjuntos, programas de treinamento e atividades humanitárias. Muitas destas missões foram realizadas de forma bastante discreta e executadas por pequenas equipes. Uma fator importante, que resultou do desmoronamento do império soviético foi a disseminação das armas de destruição em massa, sejam elas químicas, biológicas ou nucleares. Junto com outras agências americanas e em cooperação com outros países as Special Operation Forces (SOF) estão empenhadas até os dias de hoje na monitoração desta grande ameaça.



Com os ataques terroristas de 11 de setembro, os Estados Unidos empreenderam uma caçada global contra a Al-Qaeda de Osama Bin Laden e outros grupos que o apoiavam. O primeiro lugar onde as tropas americanas foram lutar esta nova guerra foi o Afeganistão e as Special Operation Forces (SOF) tiveram um papel crucial na derrota rápida e decisiva do Taleban neste país. Na execução desta caçada, Special Operation Forces (SOF) também estiveram em outros países como as Filipinas contra o grupo islâmico Abu Sayyaf, Iêmen contra grupos ligados à Al-Qaeda, Paquistão, Somália e Sudão. Militares americanos já visitaram estes dois paises e estão mantendo uma vigilância estreita sobre os mesmos, planos de ataques estão sendo levantados e negociações estão sendo feitas com autoridades locais. As Special Operation Forces (SOF) estão realizando outras operações secretas em vários países, muitas delas jamais chegaram ao conhecimento público.

No Século XXI o U.S. Army Special Forces investem muito em aprendizado e treinamento. Junto com as habilidades habituais das Special Operation Forces (SOF) e uma ênfase especial em combate urbano, o Centro de Guerra Especial JFK e o Fort Bragg ensinam: odontologia, oftalmologia, medicamento veterinário, interpretação de radiografia, negociação e idiomas exóticos.

O objetivo é criar uma força que pode verdadeiramente ganhar "corações e mentes" agindo como doutores e ajudando os trabalhadores em uma aldeia do Terceiro Mundo. E também, se for necessário, poder matar ou prender um criminoso de guerra, um grupo terrorista, ou outro adversário. Os soldados especiais do Século XXI são bem diferentes dos guerreiros da época do  Vietnã. Os homens da era do Vietnã eram sujeitos que você não gostaria de encontrar em uma ruela escura. A nova geração de guerreiros especiais mais  se assemelha a um grupo de estudantes diplomados que tem uma forma física excelente.



Os homens das Special Operation Forces (SOF) não podem se dar ao luxo de esperar regras claras nos futuros campos de batalha, os adversários futuros jogarão por regras e ilegais. Terrorismo, drogas, lavagem de dinheiro, espionagem industrial, informática e assim por diante vai tudo evoluir em formas novas de "guerra convencional" que proporciona aos líderes autoritários os meios para empreender atos de agressão. Para uma força militar que terá que agir secretamente, de forma não-convencional, e com antecedência das crises, o treinamento constante, o aprendizado diligente e o domínio de novas tecnologias é um fator crítico.

As Special Operation Forces (SOF) foram usadas também na guerra contra o Iraque que se iniciou oficialmente em 20 de março de 2003. Mas para as U.S. Army Special Forces, ela começou alguns meses antes disso.

Por volta de novembro de 2002 pequenas unidades da CIA, da Força Delta e das U.S. Army Special Forces foram infiltradas no norte, oeste e sul do Iraque, com o objetivo de travar contato com grupo dissidentes locais (especialmente xiitas e curdos) e levantar alvos para a ofensiva aérea. Esse comandos também foram mobilizados para o sul e oeste do Iraque para tentar encontrar lançadores de mísseis Scud que poderiam representar uma ameaça para Israel.

As Special Operation Forces (SOF) também foram usadas para preparar o ataque a Bagdá. Os seus operadores agiram ao redor e dentro da cidade. Ele sabotaram, definiram alvos e negociaram com oficiais militares iraquianos. Bombas, dinheiro e promessas. Nos combates urbanos que se seguiram foram formadas equipes conjuntas de infantaria ligeira, forças blindadas, engenheiros e forças especiais para atacar alvos específicos, como os principais centros de poder de Saddam.

Como apoio ao ataque a Bagdá as Special Operation Forces (SOF) dominaram dois aeroportos militares, conhecidos como H-2 e H-3, no deserto ocidental do Iraque. Esses aeroportos foram usados para apoiar ataques de helicóptero, da 101ª Divisão Aerotransportada, contra Bagdá. Além de ter dado ao Exército americano uma plataforma para a caça de mísseis Scud - para tentar ter certeza de que Saddam não os lançaria contra em Israel. Os Estados Unidos também usaram Special Operation Forces (SOF) no norte do Iraque de forma intensa. Em parte para tentar evitar um confronto entre os curdos da região e seus tradicionais inimigos, os turcos e em parte para dar combate a o Ansar Al Islam, um grupo islâmico do leste do Curdistão iraquiano (norte) acusado de ter vínculos com a rede terrorista Al-Qaeda e Bagdá.



Os americanos atacaram os seus redutos nas montanhas próximas à fronteira iraniana. E não podemos deixar de falar que unidades de guerra psicológica das U.S. Army Special Forces que "bombardearam" os iraquianos com mensagens que foram transmitidas por uma estação de rádio situada perto da fronteira entre o Kuwait e o Iraque e por um transmissor localizado num avião. As mensagens e os folhetos lançados de aviões diziam que não valia a pena resistir, que não valia a pena morrer por Saddam. As Special Operation Forces (SOF) também tiveram muito sucesso na caçada a Saddam Hussein que foi preso em 2004. Hoje no Iraque as Special Operation Forces (SOF) dão sustentação as forças americanas no combate a focos de resistência iraquianos.






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Tácticas, estratégias e modulos de jogo. / Boina Verde U.S Parte 01
« em: Janeiro 19, 2017, 13:06:03 pm »

Os Estados Unidos têm uma longa e rica história de operações militares especiais. Contudo, a primeira organização moderna para ações do gênero, realmente integrada às forças armadas do país, só veio a estabelecer-se em 10 de abril de 1952, quando o Centro de Operações de Guerra Psicológica foi criado em Fort Bragg, Carolina do Norte. Na época, as operações de guerra psicológica nas forças armadas também compreendiam ações não-convencionais. Era um legado das operações empreendidas pelo Escritório de Serviços Estratégicos (Office of Strategic Services - OSS), comandado pelo General "Wild Bill" Donovan durante a 2ª Guerra Mundial. As forças especiais tinham sido ressuscitadas no início da década de 50, com a reativação em Fort Bragg do 10° Grupo de Forças Especiais, em 20 de junho de 1952, seguindo-se do 77°, em 25 de setembro de 1953.

Na sequência, apareceu o 1° que teve sua formação em 24 de junho de 1957, em Okinawa. Nesse mesmo ano, a unidade enviou um pequeno destacamento para Nhã Trang, Vietnã do Sul, a fim de treinar 58 homens do Exército sul-vietnamita, iniciando-se então uma longa associação entre as Forças Especiais e o governo daquele país. O grupo seguinte foi o 5°, em 21 de setembro de 1961, inicialmente em Fort Bragg, mas depois deslocando-se para o Vietnã, onde se tornaria responsável por todas as atividades das SOF que ali atuavam. O presidente John F. Kennedy era fascinado pelas SOF e visitou Fort Bragg, onde autorizou o uso da simbólica e distintiva boina — a boina verde —, no outono de 1961.



Cabe esclarecer que a expressão "Boina Verde" é uma simples referência ao tipo de proteção para a cabeça utilizado, e não — como se pensa — a uma unidade do exército americano, inclusive os membros das Forças Especiais não gostam de ser chamados de boinas verdes, eles dizem que são soldados e não uma boina. Também como resultado da visita de Kennedy, as primeiras tropas das forças especiais foram enviadas ao Vietnã do Sul, em novembro daquele mesmo ano. Era a idéia original, quando as SOF foram formadas na década de 50, que elas iriam travar operações de guerrilha contra tropas inimigas regulares numa guerra convencional, principalmente contra o Pacto de Varsóvia. Logo porém ficou claro que no Vietnã o inimigo em si era uma guerrilha, de modo que elas tiveram de rever seus métodos.

Um dos principais programas foi a criação e treinamento dos Grupos de Defesa Civil Irregular (CIDG), com mais de 80 acampamentos estabelecidos entre 1961 e 1965. As forças especiais operavam eventualmente por todo o Vietnã do Sul numa variedade de missões, das quais apenas algumas foram até hoje reveladas. Seu contato mais estreito foi com o ARVN (Exército Sul-vietnamita) — particularmente com o Montagnard, destacamento de montanha — do que com qualquer outra unidade das forças armadas americanas. Recebiam prêmios por heroísmo e dedicação ao dever numa proporção bem maior que a do número de missões. Apesar disso, sua relação com alguns elementos da cadeia de comando dos Estados Unidos nem sempre foi fácil.

A descrença e a suspeita algumas vezes interferiam em suas operações, um problema por demais frequente para qualquer força de elite. Seu último soldado deixou o Vietnã em 1 de março de 1971. As forças especiais sempre operaram por todas as áreas de responsabilidade dos Estados Unidos. Um dos primeiros desdobramentos deu-se em Bad Toëlz, na Bavária, República Federal da Alemanha. Há muito tempo as forças especiais encontram-se envolvidas em operações em várias partes do mundo, e para melhorar a sua operação o globo foi dividido em áreas de responsabilidades.

ORGANIZAÇÃO

Há atualmente sete grupos de forças especiais (aerotransportados) — cinco ativos (1° Special Forces Group (Airborne) - SFGA, Washington, 3° SFGA, 5° SFGA e 7° SFGA e dois da Guarda Nacional (19° SFGA e 20° SFGA).

As localizações e as área de responsabilidade dos SFGA são as seguintes:


1° SFGA, Fort Lewis, Washington; Pacifico e o Ásia Oriental


3° SFGA, Fort Bragg, Carolina do Norte;África


5° SFGA, Fort Campbell, Kentucky; Chifre da África, Oriente Médio, e Ásia Sul e Central


7° SFGA, Fort Bragg, Carolina do Norte; América Central, Sul e Caribe


10° SFGA, Fort Carson, Colorado, com um batalhão em Stuttgart, Alemanha; Europa


19° SFGA (Guarda Nacional), Salt Lake City, Utah; Pacifico e Comando Central


20° SFGA (Guarda Nacional), Birmingham, Alabama; América Central, Sul e Caribe

O 1° Comando de Operações Especiais (Aerotransportado) tem a tarefa de consolidar a administração de todos os ativos das forças especiais do exército. Não apenas administra e comanda esses ativos das SFGA, como também oferece eficaz treinamento e se responsabiliza pelo estado de preparação da Guarda Nacional.

A unidade operacional básica das Forças Especiais dos Estados Unidos é o Destacamento A, mais conhecido como "A-Team". Comandado por um Capitão, conta com dois oficiais e dez soldados. Cada membro da equipe é especialista em medicina, engenharia, inteligência militar, armamento ou comunicações. Quando o "A-Team" está treinando ou então formando uma força contra-revolucionária, essas habilidades são usadas para ensinar técnicas básicas aos recrutas locais. Na teoria, a cada mês um destacamento é capaz de formar uma unidade contra-guerrilha com até 1.500 homens. Um destacamento B controla quatro "A-Teams" e é comandado por um Major. Conta com seis oficiais e dezoito soldados.
Em serviço ativo, um "B-Team" pode operar com autonomia. No Vietnã, por exemplo, os "B-Teams" formaram quadros para as unidades de tropas de choque e aerotransportadas do Exército sul-vietnamita. Cada grupo de três "B-Teams" é controlado por uma companhia das Forças Especiais, geralmente chamada de Destacamento C. Cada uma dessas companhias tem dezenove homens, sendo seis deles oficiais, comandados por um Tenente-Coronel. Os "C-Teams" indicam os objetivos aos outros destacamentos e avaliam as informações secretas. No início dos anos 60, foram criadas as Forças Especiais de Ação, que incluíam um grupo de assuntos civis, um batalhão de operações psicológicas, um destacamento médico, um de engenharia e uma unidade do serviço secreto do exército.

SELEÇÃO E TREINAMENTO

Não se pode ingressar diretamente nas Special Operation Forces (SOF): os candidatos são recrutados nas forças armadas convencionais, a maioria com pouco mais de vinte anos e uma média de três anos de serviço. A maior parte deles está qualificada para operações aerotransportadas. Quando chegam à escola de treinamento em Fort Bragg, os recrutas enfrentam um dos cursos de seleção mais rigorosos jamais criados, participando de um programa de três etapas, para avaliação da capacidade física e mental. Em geral, 75% dos candidatos não consegue se graduar.

Os primeiros 31 dias do curso são dedicados ao desenvolvimento do vigor dos homens e das táticas básicas de combate. São 17 horas diárias de treinamento, começando com uma marcha de 9,6 km carregando uma mochila de 20kg de equipamento. Depois disto, os recrutas voltam à base para novos exercícios e só então começa de fato o dia de trabalho, com aulas de patrulhamento, sobrevivência em territórios hostis e adaptação a qualquer ambiente. Mesmo que a maioria seja pára-quedista, todos aprendem a usar os pára-quedas T10 e MC1 e a descer de altos precipícios utilizando cordas.

As Special Operation Forces (SOF) são usadas principalmente para operações clandestinas por trás das linhas inimigas e, por isso, as técnicas de sobrevivência, fuga, evasão e resistência recebem grande ênfase.  Nessa parte do curso, os candidatos devem participar de um exercício de campo na Floresta Nacional Uwharrie, com duração de sete dias. Depois da etapa considerada "fácil" do treinamento, os três últimos dias são dedicados "a caça ao homem". Armados apenas com uma faca, os recrutas tem de sobreviver só com os recursos da natureza, enquanto fogem daqueles que os perseguem.



Se forem bem sucedidos, podem passar para a segunda etapa do treinamento onde participam de um curso avançado em uma das cinco habilidades específicas. No curso de engenharia, que dura oito semanas, os recrutas aprendem todos os detalhes dos trabalhos de construção e demolição, tendo, inclusive, aulas práticas. Boa parte do tempo destina-se a ensinar os soldados a fazer explosivos com substâncias variadas. Para que os futuros especialistas em demolição se acostumem com os alvos em potencial, os instrutores os levam a objetivos simulados, onde são mostrados os pontos mais vulneráveis. Os candidatos, porém, aprendem também as técnicas para a construção de pontes, diques e paliçadas em situações de emergência.

Os especialistas em armas fazem um curso intensivo de oito semanas. Nesse período, aprendem a manejar mais de oitenta tipos diferentes de armas leves, com destaque especial à prática do tiro ao alvo. Ensina-se ainda como construir e utilizar armas improvisadas e pouco convencionais, como a besta. Os especialistas aprendem também o uso tático de suas armas, a nível de pelotão, esquadrão e companhia. Além disso, o candidato deve aprender a ensinar a outros as técnicas absorvidas no curso, repassando seus conhecimentos às forças amigas, no campo de batalha. Uma das características das Forças Especiais consiste em sua capacidade de se comportar como a população local e operar com autonomia por longos períodos.

Para isso, os homens são instruídos na operação de uma grande variedade de equipamentos de comunicação, em outro dos cursos específicos. Para completar essa etapa do treinamento, é necessário que os candidatos estejam aptos para receber e transmitir mensagens em código Morse, num mínimo de dezoito palavras por minuto. Os soldados de primeira categoria devem operar seu equipamento no campo, enquanto os recrutas aprendem a consertar e a fazer a manutenção dos aparelhos receptores e transmissores. Uma técnica considerada valiosa é a que ensina a provocar interferência no sistema de comunicação do inimigo. Os candidatos que optam pelo curso de especialista médico passam pelo treinamento mais longo e difícil.

O programa dura cinqüenta semanas e prepara os homens para cuidar dos mais diversos tipos de ferimento em combate. Eles aprendem ainda a cuidar das moléstias mais comuns, já que as Special Operation Forces (SOF) devem estar aptas para empreender programas de "corações e mentes", para conquistar a confiança da população local. Acredita-se que os candidatos utilizem animais como cobaias durante o curso e, se um "paciente" morre, o recruta é expulso das Special Operation Forces (SOF).



O quinto curso de especialização concentra-se no desenvolvimento da habilidade em colher informações secretas. Nessa etapa recebem atenção especial as técnicas ligadas à instalação de redes de inteligência, organização de forças de guerrilha e interrogatório de suspeitos. Quando termina a segunda etapa do treinamento, todos os recrutas são novamente reunidos e aprendem os procedimentos operacionais básicos das Forças Especiais em trabalho de campo.

Depois de um período inicial de aulas teóricas em Camp Mackall, os candidatos são divididos em grupos e levados para o coração da floresta Uwharrie. Logo que cheguem a suas posições, eles devem fugir do inimigo, representado por tropas recrutadas na 82ª Divisão Aerotransportada, e organizar unidades de guerrilha. Outros soldados americanos fazem o papel de "nativos" sem treinamento militar, que devem ser colocados em forma e instruídos pêlos "Boinas Verdes" no prazo de um mês. Se o candidato for capturado ou fracassar na tentativa de formar uma força de guerrilha, é excluído do curso. Os que conseguem superar mais essa etapa com êxito adquirem, afinal, o direito de usar a tão cobiçada boina verde.

Prevendo-se a possibilidade de trabalhar com as populações nativas, dá-se ênfase especial ao ensino de línguas e ao treinamento das forças locais. Em geral, pelo menos um dos integrantes da unidade deve falar com fluência a língua local. As equipes que irão servir na América Latina ou na Europa atingem com mais facilidade o nível exigido do que as destacadas para o Oriente Médio, África ou Sudeste Asiático.
Ao se envolver na organização e no treinamento de forças locais para operações de defesa ou de contra-revolução, cada membro das Special Operation Forces (SOF) recebe uma determinada tarefa. Uma equipe formada por dois oficiais, um sargento de operações e dois especialistas em armas ensina todas as técnicas básicas de combate e os procedimentos operacionais. Um sargento da inteligência prepara as áreas onde podem ser obtidas informações úteis, enquanto o técnico em comunicações mostra como se utiliza o equipamento básico de rádio. O especialista médico instrui os recrutas locais sobre higiene e primeiros socorros. O engenheiro da equipe fica à disposição para assistir e dirigir os programas de construção, destinados a ganhar a confiança da população e dar instruções sobre o uso de explosivos e armadilhas.



O U.S. Army Special Forces devem formar e treinar o equivalente a um batalhão de contra-revolucionários em apenas um mês. Mesmo nos períodos de paz têm prosseguimento os preparativos para guerra das Forças Especiais, que aprendem as perigosas técnicas de infiltração no território ocupado pelo inimigo. Os métodos mais utilizados são o HELO (high extraction, low opening — alta extração, baixa abertura) e o HEHO (high ex­traction, high opening — alta extração, alta abertura). Numa infiltração HELO, os soldados saltam de pára-quedas de uma altura de 10.500m em queda livre, até a altitude mínima de segurança. Antes de tentar o salto real, cada homem aprende como estabilizar seu pára-quedas com ventos fortes, em condições simuladas. O HEHO é um método destinado a facilitar a penetração no território inimigo sem ser notado. Nesse caso, quando salta de pára-quedas, o "Boina Verde" consegue voar uma distância considerável depois de ser lançado do avião. Os homens também recebem treinamento para infiltrações anfíbias e aprendem a usar o equipamento Scuba.

Utilizando o sistema CCR 1000, as equipes das Forças Especiais conseguem alcançar um objetivo determinado sem deixar a menor trilha de bolhas de ar. Esse equipamento permite que o "Boina Verde" fique submerso até quatro horas. Outros membros da equipe também se transformam em mortíferos atiradores de elite. Esse curso específico é curto, porém intensivo, e exige que o candidato consiga acertar o alvo a uma distância de 540m.

Como todas as formações de elite, o U.S. Army Special Forces têm como prioridade na criação de um soldado completo, que faça de tudo em qualquer circunstância. Ele deve ser capaz de operar individualmente e também em pequenos grupos. Por necessidade, o programa de treinamento dos "Boinas Verdes" tem outra finalidade: excluir os candidatos fracos e identificar os homens que de fato são capazes de enfrentar os rigores e dificuldades de uma guerra não convencional, atuando com eficiência em situações extremas e executando trabalhos por trás das linhas inimigas.

Desta forma os oficiais e soldados das forças especiais devem ser pára-quedistas qualificados, e muitos são também treinados em salto livre e/ou funções de mergulhadores. Além disso, todo o pessoal alistado deve possuir pelo menos duas especializações, entre as de engenharia, informações, armamentos, comunicações, demolições, além daquela de ocupação militar ou preparatória. Muitos também devem ter treinamento em língua estrangeira. Além disso, como muitas forças de elite, elas deverão freqüentemente realizar cursos com outras forças armadas, que também treinarão com elas, incluindo ai o intercâmbio com outras unidades de elite dos países estrangeiros.



Os operadores da U.S. Army Special Forces deverão está aptos e executar as seguintes missões:
Guerra Não-Convencional
Ação Direta
Reconhecimento Especial
Defesa Interna Estrangeira
Contra-Terrorismo (CT)
Operações Psicológicas
Anti-Drogas
Assuntos Civis
Suporte a Coalizões Militares

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O calibre 12,7mm tem capacidade de penetrar 25mm a 370m ou 13mm a 1600m enquanto 7,62 perfura 14mm a 100m e 10mm a 300m. A munição armor-piercing incendiary (API) é usada para penetrar e incendiar munição ou combustível dentro dos veículos. Contra explosivos a munição API as detona a longa distância pelas equipes anti-explosivos.

Foram os alemães que iniciaram o uso de Rifles pesados com o Mauser T-Gewehr M1918 (Panzer Abwehr Gewehr - arma antitanque defensiva) na Primeira Guerra Mundial. O M1918 tinha calibre 13mm, tinha 1,68 m de comprimento e pesava 17,7kg vazio. O recuo podia quebrar a clavícula se disparado em pé, mas penetrava a blindagem lateral e até o bloco do motor dos blindados da época. A guerra terminou antes de serem convertidos para sniper em quantidade. Os britânicos usavam o Rifle Boys calibre .55 e que foi testado contra pessoal a longa distância.

Ainda na Primeira Guerra Mundial os americanos começaram a ter interesse em armas de grande calibre com o calibre .50 após contato com o Rifle alemão. O primeiro teste com a munição de 12,7mm contra alvos de longo alcance foi na Coréia. Os americanos usaram um Rifle anti-carro Tokarev e adaptaram para o calibre americano. O calibre foi escolhido por ser o mais usado no ocidente e tem balística adequada para a função.


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 Na Segunda Guerra Mundial os russos já tinham usado o Rifle anti-carro PTRD e PTRS calibre 14,5mm contra sniper bem protegidos e para tiro de longo alcance. Os americanos converteram alguns PTRD para o calibre 12,7mm durante o conflito na Coréia assim como alguns fuzis Boys.

A munição 12,7mm foi feita para metralhadoras pesadas e com pouca tolerância a erros para requerimento de tiro a longa distancia. Alguns fabricantes produzem lotes de alta qualidade para os Rifles de sniper.

Foram os americanos que iniciaram os estudos para emprego de Rifle de grosso calibre no combate moderno na década de 70. O resultado foi o Barret M-82 calibre 12,7mm que iniciou o desenvolvimento em 1983. Depois surgiram vários projetos.

O problema dos Rifles anti-material são o grande peso, recuo forte e grande assinatura visual e sonora. O problema do peso é relativamente fácil de resolver com os Rifles chegando a pesar 10-13kg com material leve. Para comparação, um AW50F britânico calibre 12,7 mm pesa 13,64 kg, um fuzil AWM britânico calibre 338 pesa 6,8 kg sem munição e um M-24 pesa 5,49 kg. Um SR-25 calibre 7,62mm pesa 4,87 kg.

O recuo ainda é difícil de resolver para os Rifles com ferrolho e por isso costumam ser semi-automáticos. Uma coronha de material sintético é usado para absorver parte recuo e o freio de boca consegue absorver até 70% ou mais, mas com muita assinatura com grande brilho, som e nuvem de poeira denunciando a posição. O engajamento de alvos a longa distância não necessita de arma semi-automática, mas resolve parte do problema de recuo e alguns fabricantes acham que é preciso engajar alvos em grande sucesso em algumas situações.


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 A assinatura dos Rifles pesados pode ser parcialmente resolvido com pano molhando embaixo do cano.

O uso de um projétil muito grande pode ser desperdício contra humanos, mas para isso foi desenvolvido o calibre Lapua Magnum .338 para tiro a longa distancia. O Lapua Magnun 8,6x70 pode ser usada contra alvos a até 1.100m e pode chegar a 1.500m, mais ainda é antipessoal dedicado não aceitando munição explosivo ou incendiário. As vezes ainda é insuficiente para contra-sniper como mostrado pela experiência francesa em Serajevo, a russa na Chechênia e americana no Iraque.

Existem vários modelos e fabricantes de Rifles anti-material, mas é um nicho de mercado pequeno. Nos EUA os fabricantes vendem até mais para o mercado civil. São exemplos de modelos de Rifle pesado: Guiette .50 (bullpup), Haskins Rai Model 500 (usado pelo USMC em Beirute e Panamá); PGM Precision HECATE II (usado pelas forças especiais francesas), Robar .50 BGM, Mc Millan Gunworks (agora Harris) M-87, Barret M-99 (bullpup), KSVK  (bullpup), Truvelo SR . 50, Zastava M093, FN Nemesis (versão mais leve HECAT II FN) e CheyTac Long Range Sniper RIfle.

Os programas americanos Long Range/Heavy Caliber Sniping  e US Army Joint Counter Sniper resultaram no Rifle M-107. O M-107 foi usado no Iraque pelo US Army recentemente e mostrou ser muito boa para combate urbano e foi muito apreciada pelo alcance, precisão e efeito no alvo. O inimigo vê o impacto nos amigos e fica aterrorizado. O projétil da M-107 chega a partir um corpo no meio. Em uma ocasião um tiro de 12,7mm atravessou um muro de tijolo, matou um guerrilheiro e feriu dois com estilhaços de tijolos.


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O M-107 é o novo Rifle de longo alcance americano complementando o M-82. O M-107 opera com ferrolho e tem a vantagem de ser mais leve. É usado para bater alvos a longa distância, como fuzil anti-material, pelas equipes anti-explosivo e para contra-sniper.


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No Vietnã os americanos chegaram a equipar as metralhadoras M-2 com Scopes para tiro a longa distância a 1500-2000m. O mesmo já tinha sido feito na Coréia. Na guerra do Pacifico os snipers USMC testou a metralhadora M-2 contra alvos japoneses a 1.100m com sucesso relativo e sem usar Scopes.


Um snipers francês na Bósnia anota as posições e rotas inimigas em uma foto panorâmica acima da arma. Os snipers franceses usam o Rifle FRF-2 calibre 7,62X51 mm (foto) e o PGM Hecate II com cartucho 12,7X99 mm. As duplas de sniper/observador levam as duas armas e o sniper escolhe a melhor arma para a situação. O FRF-2 usa uma cobertura de plástico em volta do cano que diminui a assinatura térmica no calor, e diminui o ar quente que cria miragem. Após 1945 a França colocou um sniper em cada pelotão infantaria. Em cada um dos 23 batalhões de infantaria existe uma seção de snipers na companhia de comando. A seção têm quatro grupos de snipers, cada grupo com dois atiradores (e seu auxiliar).

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Armas dos Snipers

Os principais equipamentos do sniper são Rifle e munição, além da camuflagem e do ghillie suit.Na Segunda Guerra Mundial a Rifle do sniper era um Arma de Assalto padrão infantaria. Os modelos dos sniper eram testados nas fabricas e mostraram maior precisão. Depois eram equipados com Scopes e outros itens dos sniper. A partir da década de 60 começaram a aparecer projetos de Rifle de sniper especializados com componentes mais precisos.

O peso de um Rifle de sniper deve ser de no mínimo 5kg para diminuir o recuo e dar mais estabilidade. Outra técnica para facilitar o tiro é colocar um gatilho "pesado". A arma do sniper não deve ser pesada pois vai ser carregada por várias horas junto com outras coisas. Deve ser confiável em qualquer tempo e condição climática e facilmente reparada no campo. Deve ter uma mira de ferro de backup.

Podem usar munição padrão militar, mas geralmente usam munição especial para maiores alcances. A arma é "zerada" para aquele lote de munição para garantir que o tiro seja similar ao anterior e dar maior consistência. Porém, é muito difícil de se conseguir na pratica, pois no dia do uso a temperatura, umidade, vento e altitude serão certamente diferentes.

O ideal é que o projétil ainda esteja na velocidade supersônica ao atingir o alvo. Com a velocidade subsônica o tiro cai muito. Isso significa que a munição 7,62mm da NATO é ideal até 800m e a Lapua é de 1400m. Um sniper americano atingiu insurgente iraquiano a 1.250m com um Rifle M24 mirando 3,5 metros acima do alvo. Já para engajamentos a curta distância a munição subsônica é ideal por poder ser usada com supressor de som e ajuda a ocultar o tiro. O calibre 7,62mm de velocidade subsônica para silenciador (não é supressor) pode ser usada para bater alvos a até 300m. A energia cinética também conta sendo importante contra inimigos com capacete ou colete de proteção.

No inicio os snipers usavam armas da infantaria que tinham desempenho acima da média além de munição especial. Depois passaram a receber armas dedicadas com óticos, equipamento de visão noturna, rádios e roupas de proteção.

As armas podem ser do tipo ferrolho ou semi-automáticas. A diferença está no volume de fogo e na precisão. As armas semi-automáticas são menos precisas mas atiram mais rápido. Também dão mais defeitos e são mais pesadas. Um outro defeito importante é ejetar o cartucho logo após o tiro o que pode comprometer a posição. Os snipers do USMC no Vietnã detectavam os vietcongues pela ejeção dos cartucho das AK-47 que brilhavam com o sol.

A primeira arma automática de snipers entrou em operação em 1940 com o Siminov russo, seguido do SVD em 1965. Era uma arma relativamente leve. Os modelos automáticos da Segunda Guerra Mundial mostraram ser ideais a curta distancia, para parar avanços de muitas tropas. Os Rifles de ferrolho não daria a mesma razão de tiro. É a razão de tiro que torna os Rifles semi-automático preferidos dos DMs.

Nas cidades o Rifle pode ter curto alcance e deve ser preferencialmente semi-automático. Com munição subsônica é possível usar silenciadores que também escondem a fumaça e o brilho do disparo. Um exemplo é a VVS russa. Os americanos tiveram boas experiências com as SR-21 equipado com silenciador nas cidades do Iraque.

No Vietnã, 85% dos snipers do USMC preferiram o Rifle M-14 ao invés do M-40 com ferrolho. As distâncias na selva eram pequenas e a M-14 tinha opção de tiro automático para o caso de contatos próximos ou emboscadas. Também era útil em terreno urbano.

O alcance das armas foi aumentado progressivamente. Na Primeira Guerra Mundial os alvos eram batidos a cerca de 200m, aumentando para 400-600m na Segunda Guerra Mundial e chegando a até 900m no Vietnã. O alcance das armas atuais dos snipers é de 400m contra alvo exposto parcialmente, 800m contra tropa exporta e 1200m com arma especializada. Veículos e equipamentos podem ser engajados a até 1600m com arma de grosso calibre. Um sniper geralmente não engajam alvos a menos de 300m por facilitar sua localização. Geralmente tentam atingir o tronco do alvo.

O Rifle Remington modelo 700 foi recomendada em 1942 como uma boa Rifle para sniper para os americanos. Foi recomendado novamente na Coréia com nova munição. Foi aceita finalmente no Vietnã com Scope M-84 pelo USMC e chamado de M-40A1. Já o US Army escolheu o M-14 com a mira M-84 e chamado de M-21. O M-14 foi projetado desde inicio para receber Scope incluindo a Starlight.

Em 1977, os M-40 do USMC passaram a ser substituídos por uma versão de fibra e camuflado, equipado com uma Scope Unertl 10x. Também em 1977, o US Army iniciou a substituição dos seus M-21 e pensou em usar um calibre maior. A Remington propôs o SWS - Sniper Weapon System baseada no M-40 chamada de M-24 em 1988. Cada um custava US$3,5 mil cada, ou US$ 10 mil completo e continuava preciso até após disparar 10 mil tiros contra 500 tiros do SMLE da Segunda Guerra Mundial. Em 1996, o M-40A1 foi substituído pelo M-40A3. Junto com o M-24 tinha luneta de 10x e pesava 5,4kg.


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A experiência americana no Afeganistão e Iraque levou a volta do calibre 7,62mm como este M-14 com Scope, retirados de estoques e até do mercado civil, mais devido a ênfase em snipers. Mesmo assim o calibre não é bom acima de 600m.

US Army está padronizando o calibre 7,62mm para substituir vários armas como o M-14, M-24 r Mk 11. Após o ataque de  9 setembro, grande parte dos 40 mil fuzis M-14 estocados foram retirados e reconstruídos para equipar snipers e DM americanos. A nova arma virou um DMR (Designated Marksman Rifle) no USMC e USSOCOM. Até recentemente era o único Rifle especial para os DM.

O M-24 do US Army é muito preciso, mas no conflito na Somália em 1993 mostrou que uma arma semi-automática podia disparar 4-5 vezes mais rápido. Assim o US Army pensou em padronizar armas semi-automáticas para os seus snipers.

A primeira a entrar em operação foi o Mk 11 baseado no SR- 25 (Stoner Rifle-25) com calibre 7.6x51mm a pedido do Seals. Depois foi usada com Scope Leopold 3x10 pelos observadores da dupla scout/sniper do USMC. É considerada mais precisa até 600m que a M-21 e mais leve (5kg). O US Army lançou o requerimento Semi-Automatic Sniper System (SASS) vencido pela SR25 e chamado de XM110. O XM110 só opera no modo semi-automático e os sniper terão que levar uma Arma de Assalto M-4 ou similar para combate aproximado. A nova arma tem trilhos Picatinny, recebeu supressor e bipé, gatilho de precisão (mais pesado e com dois estágios), carregador 20 tiros e coronha ajustável. A arma pode ser usada pelos snipers e DM. O USMC estuda armas de médio alcance para engajar alvos entre 1.100 -1500m para substituir o calibre 7,62mm.

No Reino Unido o Rifle L42 foi substituído pelo Acuracy L96A1 na década de 80. Os fuzileiros britânicos usam o L115A1 AWM da Accuracy International com calibre 338 Lapua. Os britânicos também usam o L82A1 ( Barrett M-82).Em 2003, no Iraque, um L96A1 realizou um tiro com vento forte contra um alvo a 860 metros. Calcularam que o projétil cairia 56 pés e sairia da rota em 38 pés na lateral. Recentemente os britânicos retiraram de ação as sua Armas de Assalto S-80, substituídos pela metralhadora Minimi, que passou a ser usado pelos DM.


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O MX110 SASS será o novo Rifle de sniper e SASS das forças armadas americanas.

O fuzil russo Dragunov (SVD = Semipolarnya Vintovka Dragunova ou Fuzil semi-automático Dragunov), é um Rifle semi-automático, com Scope, carregador de 20 tiros, munição 7,62X54R mm. O SVD foi uma resposta a um requerimento de 1958 para um novo Rifle semi-automático para substituir o Mosin-Nagant , mas com mesmo calibre. A mira PSO-1 tem zoom fixo de 4x sendo adequada até mil metros, mas é boa mesmo até 350m. Quando introduzido o ocidente pensou que os russos dariam um Rifle de sniper para todo infante pois oRifle tinha uma baioneta. Com o SVD é difícil de acertar um alvo a mais de 500m, pois flutua muito, mas é possível até 800m com munição especial. É usado mais pelos DM. O Rifle SVD mostrou ser ineficaz para counter-sniper no Afeganistão. Os russos logo passaram a desenvolver o SVDS com cano mais curto e coronha rebatível. O SVD também mostrou que não tinha a mesma rusticidade dos Armas de Assalto AK e precisava de um operador mais bem treinado.

Em 1990 foi iniciado a substituição do SVD com o SV-98 a ferrolho derivado do fuzil Record 1 de competição. Foi instalado um sistema anti-mirage depois da experiência no deserto e foi adotado no ocidente. Os russos iniciaram o uso de Rifçe pesado calibre 12,7mm em 1999 para bater alvos a até 2km. Outra munição foi a de 9mm e .22 silenciosa. Ao invés de desenvolver uma arma para todos os terrenos e alcances, criaram armas para cada terreno e situação. A maioria tem silenciador. Todos Rifles de sniper russos são projetados com o opção de usar a mira de ferro para tiro rápido a curta distância (snap shot) ao contrario do ocidente. Sempre levam armas automáticas para combate aproximado.

Na década de 80 apareceram as Armas de assalto modificados para sniper como o Galil MSG-90. Era mais barato que um Rifle dedicado, mas usam melhor óticos e munição dedicada em relação aos fuzis de infantaria.

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Fita anti-miragem do SV-98 e que foi adotado no ocidente. O ar quente do cano e fumo atrapalham a pontaria e a fita diminui o problema.


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Um sniper americano no Iraque em Treino com um Rifle SVD russo. Várias fotos como esta, incluindo operações reais, sugerem que os americanos gostaram do Rifle ou que precisam urgente de armas de snipers.

As armas de maior do calibre dos snipers não são adequadas para esconder a assinatura sonora e visual dos disparos, que podem ser ouvidos a grande distancia e mesmo com supressor o Barulho da bala denuncia a posição ou direção do tiro.

Um supressor é diferente de silenciador. Enquanto o supressor mascara o som, o silenciador elimina completamente. A supressão diminui o alcance e o silenciador tem que usar munição subsônica com alcance de 300-400 metros ou bem menos. O som não pode ser ouvido a 100-200m em uma noite silencioso ou mesmo 30-50m em uma cidade barulhenta.

No Vietnã as tropas usavam um supressor Scionic como o MAW-1 do M16 e M-4SS para o M-14 e M-21. Eram bons a noite, pois eliminava o brilho e a vegetação abafava o resto do som.

Com um amplificador de imagem Starlight e supressor de som em uma M-14, os snipers americanos conseguiam atingir um vietcong em tempo claro e terreno plano a 400 metros sem ser detectados. Com apoio de luz Xenon de blindado como cobertura o Starlight conseguia ver a até 2000 metros. 


Sniper pesado / Sniper de longo alcance / Sniper anti-material

O sniper pesado surgiu para destruição de alvos de alto valor ou material perigoso. Usa armas de grande calibre de pelo menos 12,7mm também chamados de Rifle anti-material. É usado pelos snipers, forças de operações especiais, equipes anti-bomba e equipes de proteção de perímetro.

Os Rifles anti-materiais têm calibre de 12,7mm a 20mm para atacar alvos como blindados leves, armas coletivas, centros de comunicações, mísseis, radares, centros de comando e aeronaves no solo. Assim, com um tiro de 5 dólares, é possível neutralizar uma arma de vários milhões como um caça a mais de mil metros de distância. Também são usados pelas equipas anti-bombas para destruir minas marítimas, minas terrestres e IED a distância segura. A munição perfurante-incendiária (API) é usada para detonar explosivos.

O Rifle pesado Barret M82A1 (ligth fifty) foi introduzido em serviço em 1983 nos EUA. É uma arma semi-automática, de grande recuo, calibre 12,7mm, capaz de acertar o tronco humano a 1,5km. A arma pesa 12,9kg. Foi usada nas operações em Beirute em 1983 e no Panamá em 1989, mas muito mais na operação Desert Storm em 1991 onde as forças especiais a usaram para neutralizar aeronaves, estações de rádio e blindados.

Na operação Desert Storm, na noite entre 24-25 fevereiro, uma equipe motorizada do Force Recon do USMC usou uma M82A1 com munição API para destruir dois blindados YW531 a1100m. O sargento Kennedh Terry atingiu os dois com dois tiros, com vento e calor atrapalhando o tiro. Outros dois blindados se renderam.

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