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Tópicos - samuka619

Páginas: 1 2
2
Vendas / internos e shell Celcius CTW
« em: Janeiro 11, 2019, 10:28:59 am »
internos e shell Celcius CTW - 60e

https://imgur.com/a/goC6sYU

3
Vendas / Colete AAV FSBE,Bolsa de Cintura e Patchs
« em: Setembro 24, 2018, 12:55:25 pm »
Colete AAV FSBE - OD - 25€

BOLSA ADIMIN
BOLSA UTILITIES VIPER
BOLSA TRIPLA MAGS MILTEC
BOLSA RADIO





Bolsa de Cintura OD e Cinto Miltec 15€




Patchs Marsoc  5€


Patch 4€






4
Vendas / ICS M4A1/CQB
« em: Setembro 24, 2018, 12:38:13 pm »
ICS M4A1/CQB de fácil configuração
250€
1 mala de transporte
6 mid caps pmag
3 baterias 7.4
1 fake laser
1 conjunto de miras mecanicas
1 scope com high mounts/low mounts
1 cano externo M4A1
1 cano interno M4A1 SISTEMA
2 cronhas
1 coronha folding stock
1 ris
1 guarda mãos
2 tapa ris
2 hop up ICS

*TUDO ICS

1-REPLICA ICS PROLINE M4A1/CQB
CANO INTERNO ACTION ARMY, HOP UP METALICO







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Tácticas, estratégias e modulos de jogo. / Boina Verde U.S Parte 02
« em: Janeiro 19, 2017, 13:06:41 pm »
ARMAMENTOS E EQUIPAMENTOS

O U.S. Army Special Forces devem ser capazes de operar com qualquer arma de fogo portátil que exista no mundo. São, portanto, treinadas em praticamente todo armamento que possa ser encontrado em operação em qualquer lugar do planeta.

Porém normalmente os homens das Special Operation Forces (SOF) usam armamento americano, especialmente hoje em dia o rifle M4/M4A1 de 5.56mm, a pistola M1911/M1911A1 de .45, as metralhadoras M240 e M60 de 7.62mm e as já consagradas sub-metralhadoras da série HK MP-5 de 9mm.
A identificação principal das Special Operation Forces (SOF) é a cobertura que deu origem ao apelido "Boinas Verdes". A marca de Special Operation Forces (SOF), que se encontra na boina, é uma combinação de flechas com uma adaga, configurando um "X" em relevo. O lema que aparece junto à marca, envolvida por um viés, diz "De Oppresso Liber" (Libertação da Opressão), refletindo a missão. Normalmente o distintivo varia na cor, dependendo do grupo. A graduação dos oficiais encontra-se na própria insígnia. Como acontece com outras forças especiais, os uniformes básicos são os mesmos do Exército americano, embora possa haver detalhes particulares que caracterizam a missão.



Na verdade, as flechas cruzadas começaram a aparecer nas jaquetas das forças especiais americanas em lugar da insígnia da divisão. Entretanto, as Special Operation Forces (SOF) são tropas completamente abertas e não costumam agir ou se vestir camufladamente, deixando isso para as outras unidades formadas mais recentemente.

HISTÓRICO DE COMBATE DO U.S. ARMY SPECIAL FORCES
Quando as Special Operation Forces (SOF) têm um trabalho para fazer, elas acreditam que este deve ser feito rápido, com precisão, e eficazmente, pois normalmente tal tarefa é extremamente complexa, com muitas vidas em jogo, e muitas variáveis desconhecidas. Enfrentando essas condições, os homens nestas unidades não desperdiçam o seu tempo e esforço para expressar sentimentos. Eles são extremamente profissionais, práticos e enfocam à missão que tem a mão, sempre procurando vulnerabilidades nos seus obstáculos ("inimigos") que podem ser exploradas para resolver o problema do modo mais limpo e completo possível.
Depois da Guerra do Vietnã, não só as Forças Especiais, como todas as Forças Armadas dos Estados Unidos caíram em descrédito público e tiveram momentos difíceis. Aconteceram reduções na Força e nas finanças e o Pentágono teve que se adaptar aos novos desafios. Com Ronald Reagan na presidência dos Estados Unidos a partir de 1981, os militares foram novamente valorizados, especialmente as Special Operation Forces (SOF). Diante da invasão do Afeganistão pela União Soviética, do fracasso no resgate dos reféns americanos no Irã, da instabilidade na América Central, especialmente na Nicarágua, e dos problemas no Líbano, Reagan queria uma América forte e preparada em todos os sentidos.



Os homens das Special Operation Forces (SOF), estiveram envolvidos em várias operações secretas durante os anos 80 especialmente em Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua e Oriente Médio. É importante destacar que as Special Operation Forces (SOF) estiveram diretamente envolvidas na Invasão de Granada, Operação Urgent Fury (1983), na Força de Paz no Líbano (1983) e na Invasão do Panamá, Operação Just Cause (1989). Os anos 90, com a queda do Muro de Berlim e a dissolução da União Soviética, trouxe um mundo repleto de desafios para as Special Operation Forces (SOF).

O terrorismo voltou a ser uma ameaça em escala global, explodiram guerras de libertação e os conflitos étnicas sem avolumaram. Além de tudo isto Saddam Hussein e o Oriente Médio exigiram uma grande atenção e envolvimento dos Estados Unidos, tanto a nível político, quanto militar.

Diante da invasão do Kuwait pelo Iraque, fez-se necessário montar uma grande Coalizão de Nações para expulsar o ditador Saddam Hussein e trazer paz a região.

Os homens das Special Operation Forces (SOF) foram extremamente importantes no processo de formação, integração e manutenção das forças que compunham a Coalizão. Com uma capacidade excepcional para trabalhar de forma integrada com exércitos estrangeiros, o domínio de vários idiomas e o conhecimento dos costumes de vários países, as Special Operation Forces (SOF) foram de suma importância na Operação Tempestade no Deserto.



Mas os operadores das Special Operation Forces (SOF) não ficaram apenas na retaguarda do conflito, eles trabalharam com os curdos no Norte do Iraque e com os grupos opositores xiitas no Sul, além de realizarem inúmeras outras operações que ainda permanecem secretas. Após o conflito no Iraque, as Special Operation Forces (SOF) estiveram envolvidas na Somália (1992-1993) em apoio as tropas da Nações Unidas (ONU) que foram enviadas para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e as tropas do General rebelde Farah Aidib. Neste país aconteceu em 1993 um grande incidente envolvendo forças americanas (Deltas e Rangers) e rebeldes de Farah Aidib, quando os americanos montaram uma operação para prender os tenentes de Aidib.

A operação foi comprometida e morreram 18 americanos e centenas de somalis. As Special Operation Forces (SOF) também estiveram envolvidas no Haiti (1994), quando tropas norte-americanas foram usadas para garantir a posse do presidente eleito, o exilado Jean-Bertrand Aristide, que estava sendo impedido pelo General Raoul Cédras. Diante da grande pressão dos Estados Unidos Cédras cedeu e deixou o governo. Grandes conflitos étnicos aconteceram na região dos Bálcãs na década de 90, e em 1995 tropas americanas, juntamente com as suas Special Operation Forces (SOF), como parte da OTAN são enviadas para a Bósnia com o objetivo de garantir a assinatura formal do acordo de paz entre Sérvia, Croácia e Bósnia.

Os americanos também se envolveram nos conflitos em Kosovo, e as Special Operation Forces (SOF) estiveram na região travando contato com as forças do Exército de Libertação do Kosovo (ELK) que faziam oposição ao exército iugoslavo. E importante notar que as Special Operation Forces (SOF) operaram tanto em Kosovo quanto na própria Iugoslávia, principalmente nas operações de assinalação de alvos para os aviões da OTAN e no monitoramento do exército de Milosevic. Um capítulo importante das Special Operation Forces (SOF) é a sua contribuição ao combate ao narcotráfico. Desde os anos 80 que os militares americanos estão envolvidos neste tipo de operação, especialmente na América do Sul. Oficialmente assessores americanos treinam e monitoram tropas de vários países sul-americanos na luta contra os traficantes de drogas especialmente em países como a Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Porém muitas das suas operações são secretas e são realizadas em cooperação com a CIA e DEA (Agência anti-drogas americana). Só em 1998 as Special Operation Forces (SOF) realizaram 123 missões de combate ao tráfico de drogas em 104 países.

As Special Operation Forces (SOF) também desempenharam inúmeras outras missões de apoio a política externa americana como programas de intercâmbio, exercícios militares conjuntos, programas de treinamento e atividades humanitárias. Muitas destas missões foram realizadas de forma bastante discreta e executadas por pequenas equipes. Uma fator importante, que resultou do desmoronamento do império soviético foi a disseminação das armas de destruição em massa, sejam elas químicas, biológicas ou nucleares. Junto com outras agências americanas e em cooperação com outros países as Special Operation Forces (SOF) estão empenhadas até os dias de hoje na monitoração desta grande ameaça.



Com os ataques terroristas de 11 de setembro, os Estados Unidos empreenderam uma caçada global contra a Al-Qaeda de Osama Bin Laden e outros grupos que o apoiavam. O primeiro lugar onde as tropas americanas foram lutar esta nova guerra foi o Afeganistão e as Special Operation Forces (SOF) tiveram um papel crucial na derrota rápida e decisiva do Taleban neste país. Na execução desta caçada, Special Operation Forces (SOF) também estiveram em outros países como as Filipinas contra o grupo islâmico Abu Sayyaf, Iêmen contra grupos ligados à Al-Qaeda, Paquistão, Somália e Sudão. Militares americanos já visitaram estes dois paises e estão mantendo uma vigilância estreita sobre os mesmos, planos de ataques estão sendo levantados e negociações estão sendo feitas com autoridades locais. As Special Operation Forces (SOF) estão realizando outras operações secretas em vários países, muitas delas jamais chegaram ao conhecimento público.

No Século XXI o U.S. Army Special Forces investem muito em aprendizado e treinamento. Junto com as habilidades habituais das Special Operation Forces (SOF) e uma ênfase especial em combate urbano, o Centro de Guerra Especial JFK e o Fort Bragg ensinam: odontologia, oftalmologia, medicamento veterinário, interpretação de radiografia, negociação e idiomas exóticos.

O objetivo é criar uma força que pode verdadeiramente ganhar "corações e mentes" agindo como doutores e ajudando os trabalhadores em uma aldeia do Terceiro Mundo. E também, se for necessário, poder matar ou prender um criminoso de guerra, um grupo terrorista, ou outro adversário. Os soldados especiais do Século XXI são bem diferentes dos guerreiros da época do  Vietnã. Os homens da era do Vietnã eram sujeitos que você não gostaria de encontrar em uma ruela escura. A nova geração de guerreiros especiais mais  se assemelha a um grupo de estudantes diplomados que tem uma forma física excelente.



Os homens das Special Operation Forces (SOF) não podem se dar ao luxo de esperar regras claras nos futuros campos de batalha, os adversários futuros jogarão por regras e ilegais. Terrorismo, drogas, lavagem de dinheiro, espionagem industrial, informática e assim por diante vai tudo evoluir em formas novas de "guerra convencional" que proporciona aos líderes autoritários os meios para empreender atos de agressão. Para uma força militar que terá que agir secretamente, de forma não-convencional, e com antecedência das crises, o treinamento constante, o aprendizado diligente e o domínio de novas tecnologias é um fator crítico.

As Special Operation Forces (SOF) foram usadas também na guerra contra o Iraque que se iniciou oficialmente em 20 de março de 2003. Mas para as U.S. Army Special Forces, ela começou alguns meses antes disso.

Por volta de novembro de 2002 pequenas unidades da CIA, da Força Delta e das U.S. Army Special Forces foram infiltradas no norte, oeste e sul do Iraque, com o objetivo de travar contato com grupo dissidentes locais (especialmente xiitas e curdos) e levantar alvos para a ofensiva aérea. Esse comandos também foram mobilizados para o sul e oeste do Iraque para tentar encontrar lançadores de mísseis Scud que poderiam representar uma ameaça para Israel.

As Special Operation Forces (SOF) também foram usadas para preparar o ataque a Bagdá. Os seus operadores agiram ao redor e dentro da cidade. Ele sabotaram, definiram alvos e negociaram com oficiais militares iraquianos. Bombas, dinheiro e promessas. Nos combates urbanos que se seguiram foram formadas equipes conjuntas de infantaria ligeira, forças blindadas, engenheiros e forças especiais para atacar alvos específicos, como os principais centros de poder de Saddam.

Como apoio ao ataque a Bagdá as Special Operation Forces (SOF) dominaram dois aeroportos militares, conhecidos como H-2 e H-3, no deserto ocidental do Iraque. Esses aeroportos foram usados para apoiar ataques de helicóptero, da 101ª Divisão Aerotransportada, contra Bagdá. Além de ter dado ao Exército americano uma plataforma para a caça de mísseis Scud - para tentar ter certeza de que Saddam não os lançaria contra em Israel. Os Estados Unidos também usaram Special Operation Forces (SOF) no norte do Iraque de forma intensa. Em parte para tentar evitar um confronto entre os curdos da região e seus tradicionais inimigos, os turcos e em parte para dar combate a o Ansar Al Islam, um grupo islâmico do leste do Curdistão iraquiano (norte) acusado de ter vínculos com a rede terrorista Al-Qaeda e Bagdá.



Os americanos atacaram os seus redutos nas montanhas próximas à fronteira iraniana. E não podemos deixar de falar que unidades de guerra psicológica das U.S. Army Special Forces que "bombardearam" os iraquianos com mensagens que foram transmitidas por uma estação de rádio situada perto da fronteira entre o Kuwait e o Iraque e por um transmissor localizado num avião. As mensagens e os folhetos lançados de aviões diziam que não valia a pena resistir, que não valia a pena morrer por Saddam. As Special Operation Forces (SOF) também tiveram muito sucesso na caçada a Saddam Hussein que foi preso em 2004. Hoje no Iraque as Special Operation Forces (SOF) dão sustentação as forças americanas no combate a focos de resistência iraquianos.






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Tácticas, estratégias e modulos de jogo. / Boina Verde U.S Parte 01
« em: Janeiro 19, 2017, 13:06:03 pm »

Os Estados Unidos têm uma longa e rica história de operações militares especiais. Contudo, a primeira organização moderna para ações do gênero, realmente integrada às forças armadas do país, só veio a estabelecer-se em 10 de abril de 1952, quando o Centro de Operações de Guerra Psicológica foi criado em Fort Bragg, Carolina do Norte. Na época, as operações de guerra psicológica nas forças armadas também compreendiam ações não-convencionais. Era um legado das operações empreendidas pelo Escritório de Serviços Estratégicos (Office of Strategic Services - OSS), comandado pelo General "Wild Bill" Donovan durante a 2ª Guerra Mundial. As forças especiais tinham sido ressuscitadas no início da década de 50, com a reativação em Fort Bragg do 10° Grupo de Forças Especiais, em 20 de junho de 1952, seguindo-se do 77°, em 25 de setembro de 1953.

Na sequência, apareceu o 1° que teve sua formação em 24 de junho de 1957, em Okinawa. Nesse mesmo ano, a unidade enviou um pequeno destacamento para Nhã Trang, Vietnã do Sul, a fim de treinar 58 homens do Exército sul-vietnamita, iniciando-se então uma longa associação entre as Forças Especiais e o governo daquele país. O grupo seguinte foi o 5°, em 21 de setembro de 1961, inicialmente em Fort Bragg, mas depois deslocando-se para o Vietnã, onde se tornaria responsável por todas as atividades das SOF que ali atuavam. O presidente John F. Kennedy era fascinado pelas SOF e visitou Fort Bragg, onde autorizou o uso da simbólica e distintiva boina — a boina verde —, no outono de 1961.



Cabe esclarecer que a expressão "Boina Verde" é uma simples referência ao tipo de proteção para a cabeça utilizado, e não — como se pensa — a uma unidade do exército americano, inclusive os membros das Forças Especiais não gostam de ser chamados de boinas verdes, eles dizem que são soldados e não uma boina. Também como resultado da visita de Kennedy, as primeiras tropas das forças especiais foram enviadas ao Vietnã do Sul, em novembro daquele mesmo ano. Era a idéia original, quando as SOF foram formadas na década de 50, que elas iriam travar operações de guerrilha contra tropas inimigas regulares numa guerra convencional, principalmente contra o Pacto de Varsóvia. Logo porém ficou claro que no Vietnã o inimigo em si era uma guerrilha, de modo que elas tiveram de rever seus métodos.

Um dos principais programas foi a criação e treinamento dos Grupos de Defesa Civil Irregular (CIDG), com mais de 80 acampamentos estabelecidos entre 1961 e 1965. As forças especiais operavam eventualmente por todo o Vietnã do Sul numa variedade de missões, das quais apenas algumas foram até hoje reveladas. Seu contato mais estreito foi com o ARVN (Exército Sul-vietnamita) — particularmente com o Montagnard, destacamento de montanha — do que com qualquer outra unidade das forças armadas americanas. Recebiam prêmios por heroísmo e dedicação ao dever numa proporção bem maior que a do número de missões. Apesar disso, sua relação com alguns elementos da cadeia de comando dos Estados Unidos nem sempre foi fácil.

A descrença e a suspeita algumas vezes interferiam em suas operações, um problema por demais frequente para qualquer força de elite. Seu último soldado deixou o Vietnã em 1 de março de 1971. As forças especiais sempre operaram por todas as áreas de responsabilidade dos Estados Unidos. Um dos primeiros desdobramentos deu-se em Bad Toëlz, na Bavária, República Federal da Alemanha. Há muito tempo as forças especiais encontram-se envolvidas em operações em várias partes do mundo, e para melhorar a sua operação o globo foi dividido em áreas de responsabilidades.

ORGANIZAÇÃO

Há atualmente sete grupos de forças especiais (aerotransportados) — cinco ativos (1° Special Forces Group (Airborne) - SFGA, Washington, 3° SFGA, 5° SFGA e 7° SFGA e dois da Guarda Nacional (19° SFGA e 20° SFGA).

As localizações e as área de responsabilidade dos SFGA são as seguintes:


1° SFGA, Fort Lewis, Washington; Pacifico e o Ásia Oriental


3° SFGA, Fort Bragg, Carolina do Norte;África


5° SFGA, Fort Campbell, Kentucky; Chifre da África, Oriente Médio, e Ásia Sul e Central


7° SFGA, Fort Bragg, Carolina do Norte; América Central, Sul e Caribe


10° SFGA, Fort Carson, Colorado, com um batalhão em Stuttgart, Alemanha; Europa


19° SFGA (Guarda Nacional), Salt Lake City, Utah; Pacifico e Comando Central


20° SFGA (Guarda Nacional), Birmingham, Alabama; América Central, Sul e Caribe

O 1° Comando de Operações Especiais (Aerotransportado) tem a tarefa de consolidar a administração de todos os ativos das forças especiais do exército. Não apenas administra e comanda esses ativos das SFGA, como também oferece eficaz treinamento e se responsabiliza pelo estado de preparação da Guarda Nacional.

A unidade operacional básica das Forças Especiais dos Estados Unidos é o Destacamento A, mais conhecido como "A-Team". Comandado por um Capitão, conta com dois oficiais e dez soldados. Cada membro da equipe é especialista em medicina, engenharia, inteligência militar, armamento ou comunicações. Quando o "A-Team" está treinando ou então formando uma força contra-revolucionária, essas habilidades são usadas para ensinar técnicas básicas aos recrutas locais. Na teoria, a cada mês um destacamento é capaz de formar uma unidade contra-guerrilha com até 1.500 homens. Um destacamento B controla quatro "A-Teams" e é comandado por um Major. Conta com seis oficiais e dezoito soldados.
Em serviço ativo, um "B-Team" pode operar com autonomia. No Vietnã, por exemplo, os "B-Teams" formaram quadros para as unidades de tropas de choque e aerotransportadas do Exército sul-vietnamita. Cada grupo de três "B-Teams" é controlado por uma companhia das Forças Especiais, geralmente chamada de Destacamento C. Cada uma dessas companhias tem dezenove homens, sendo seis deles oficiais, comandados por um Tenente-Coronel. Os "C-Teams" indicam os objetivos aos outros destacamentos e avaliam as informações secretas. No início dos anos 60, foram criadas as Forças Especiais de Ação, que incluíam um grupo de assuntos civis, um batalhão de operações psicológicas, um destacamento médico, um de engenharia e uma unidade do serviço secreto do exército.

SELEÇÃO E TREINAMENTO

Não se pode ingressar diretamente nas Special Operation Forces (SOF): os candidatos são recrutados nas forças armadas convencionais, a maioria com pouco mais de vinte anos e uma média de três anos de serviço. A maior parte deles está qualificada para operações aerotransportadas. Quando chegam à escola de treinamento em Fort Bragg, os recrutas enfrentam um dos cursos de seleção mais rigorosos jamais criados, participando de um programa de três etapas, para avaliação da capacidade física e mental. Em geral, 75% dos candidatos não consegue se graduar.

Os primeiros 31 dias do curso são dedicados ao desenvolvimento do vigor dos homens e das táticas básicas de combate. São 17 horas diárias de treinamento, começando com uma marcha de 9,6 km carregando uma mochila de 20kg de equipamento. Depois disto, os recrutas voltam à base para novos exercícios e só então começa de fato o dia de trabalho, com aulas de patrulhamento, sobrevivência em territórios hostis e adaptação a qualquer ambiente. Mesmo que a maioria seja pára-quedista, todos aprendem a usar os pára-quedas T10 e MC1 e a descer de altos precipícios utilizando cordas.

As Special Operation Forces (SOF) são usadas principalmente para operações clandestinas por trás das linhas inimigas e, por isso, as técnicas de sobrevivência, fuga, evasão e resistência recebem grande ênfase.  Nessa parte do curso, os candidatos devem participar de um exercício de campo na Floresta Nacional Uwharrie, com duração de sete dias. Depois da etapa considerada "fácil" do treinamento, os três últimos dias são dedicados "a caça ao homem". Armados apenas com uma faca, os recrutas tem de sobreviver só com os recursos da natureza, enquanto fogem daqueles que os perseguem.



Se forem bem sucedidos, podem passar para a segunda etapa do treinamento onde participam de um curso avançado em uma das cinco habilidades específicas. No curso de engenharia, que dura oito semanas, os recrutas aprendem todos os detalhes dos trabalhos de construção e demolição, tendo, inclusive, aulas práticas. Boa parte do tempo destina-se a ensinar os soldados a fazer explosivos com substâncias variadas. Para que os futuros especialistas em demolição se acostumem com os alvos em potencial, os instrutores os levam a objetivos simulados, onde são mostrados os pontos mais vulneráveis. Os candidatos, porém, aprendem também as técnicas para a construção de pontes, diques e paliçadas em situações de emergência.

Os especialistas em armas fazem um curso intensivo de oito semanas. Nesse período, aprendem a manejar mais de oitenta tipos diferentes de armas leves, com destaque especial à prática do tiro ao alvo. Ensina-se ainda como construir e utilizar armas improvisadas e pouco convencionais, como a besta. Os especialistas aprendem também o uso tático de suas armas, a nível de pelotão, esquadrão e companhia. Além disso, o candidato deve aprender a ensinar a outros as técnicas absorvidas no curso, repassando seus conhecimentos às forças amigas, no campo de batalha. Uma das características das Forças Especiais consiste em sua capacidade de se comportar como a população local e operar com autonomia por longos períodos.

Para isso, os homens são instruídos na operação de uma grande variedade de equipamentos de comunicação, em outro dos cursos específicos. Para completar essa etapa do treinamento, é necessário que os candidatos estejam aptos para receber e transmitir mensagens em código Morse, num mínimo de dezoito palavras por minuto. Os soldados de primeira categoria devem operar seu equipamento no campo, enquanto os recrutas aprendem a consertar e a fazer a manutenção dos aparelhos receptores e transmissores. Uma técnica considerada valiosa é a que ensina a provocar interferência no sistema de comunicação do inimigo. Os candidatos que optam pelo curso de especialista médico passam pelo treinamento mais longo e difícil.

O programa dura cinqüenta semanas e prepara os homens para cuidar dos mais diversos tipos de ferimento em combate. Eles aprendem ainda a cuidar das moléstias mais comuns, já que as Special Operation Forces (SOF) devem estar aptas para empreender programas de "corações e mentes", para conquistar a confiança da população local. Acredita-se que os candidatos utilizem animais como cobaias durante o curso e, se um "paciente" morre, o recruta é expulso das Special Operation Forces (SOF).



O quinto curso de especialização concentra-se no desenvolvimento da habilidade em colher informações secretas. Nessa etapa recebem atenção especial as técnicas ligadas à instalação de redes de inteligência, organização de forças de guerrilha e interrogatório de suspeitos. Quando termina a segunda etapa do treinamento, todos os recrutas são novamente reunidos e aprendem os procedimentos operacionais básicos das Forças Especiais em trabalho de campo.

Depois de um período inicial de aulas teóricas em Camp Mackall, os candidatos são divididos em grupos e levados para o coração da floresta Uwharrie. Logo que cheguem a suas posições, eles devem fugir do inimigo, representado por tropas recrutadas na 82ª Divisão Aerotransportada, e organizar unidades de guerrilha. Outros soldados americanos fazem o papel de "nativos" sem treinamento militar, que devem ser colocados em forma e instruídos pêlos "Boinas Verdes" no prazo de um mês. Se o candidato for capturado ou fracassar na tentativa de formar uma força de guerrilha, é excluído do curso. Os que conseguem superar mais essa etapa com êxito adquirem, afinal, o direito de usar a tão cobiçada boina verde.

Prevendo-se a possibilidade de trabalhar com as populações nativas, dá-se ênfase especial ao ensino de línguas e ao treinamento das forças locais. Em geral, pelo menos um dos integrantes da unidade deve falar com fluência a língua local. As equipes que irão servir na América Latina ou na Europa atingem com mais facilidade o nível exigido do que as destacadas para o Oriente Médio, África ou Sudeste Asiático.
Ao se envolver na organização e no treinamento de forças locais para operações de defesa ou de contra-revolução, cada membro das Special Operation Forces (SOF) recebe uma determinada tarefa. Uma equipe formada por dois oficiais, um sargento de operações e dois especialistas em armas ensina todas as técnicas básicas de combate e os procedimentos operacionais. Um sargento da inteligência prepara as áreas onde podem ser obtidas informações úteis, enquanto o técnico em comunicações mostra como se utiliza o equipamento básico de rádio. O especialista médico instrui os recrutas locais sobre higiene e primeiros socorros. O engenheiro da equipe fica à disposição para assistir e dirigir os programas de construção, destinados a ganhar a confiança da população e dar instruções sobre o uso de explosivos e armadilhas.



O U.S. Army Special Forces devem formar e treinar o equivalente a um batalhão de contra-revolucionários em apenas um mês. Mesmo nos períodos de paz têm prosseguimento os preparativos para guerra das Forças Especiais, que aprendem as perigosas técnicas de infiltração no território ocupado pelo inimigo. Os métodos mais utilizados são o HELO (high extraction, low opening — alta extração, baixa abertura) e o HEHO (high ex­traction, high opening — alta extração, alta abertura). Numa infiltração HELO, os soldados saltam de pára-quedas de uma altura de 10.500m em queda livre, até a altitude mínima de segurança. Antes de tentar o salto real, cada homem aprende como estabilizar seu pára-quedas com ventos fortes, em condições simuladas. O HEHO é um método destinado a facilitar a penetração no território inimigo sem ser notado. Nesse caso, quando salta de pára-quedas, o "Boina Verde" consegue voar uma distância considerável depois de ser lançado do avião. Os homens também recebem treinamento para infiltrações anfíbias e aprendem a usar o equipamento Scuba.

Utilizando o sistema CCR 1000, as equipes das Forças Especiais conseguem alcançar um objetivo determinado sem deixar a menor trilha de bolhas de ar. Esse equipamento permite que o "Boina Verde" fique submerso até quatro horas. Outros membros da equipe também se transformam em mortíferos atiradores de elite. Esse curso específico é curto, porém intensivo, e exige que o candidato consiga acertar o alvo a uma distância de 540m.

Como todas as formações de elite, o U.S. Army Special Forces têm como prioridade na criação de um soldado completo, que faça de tudo em qualquer circunstância. Ele deve ser capaz de operar individualmente e também em pequenos grupos. Por necessidade, o programa de treinamento dos "Boinas Verdes" tem outra finalidade: excluir os candidatos fracos e identificar os homens que de fato são capazes de enfrentar os rigores e dificuldades de uma guerra não convencional, atuando com eficiência em situações extremas e executando trabalhos por trás das linhas inimigas.

Desta forma os oficiais e soldados das forças especiais devem ser pára-quedistas qualificados, e muitos são também treinados em salto livre e/ou funções de mergulhadores. Além disso, todo o pessoal alistado deve possuir pelo menos duas especializações, entre as de engenharia, informações, armamentos, comunicações, demolições, além daquela de ocupação militar ou preparatória. Muitos também devem ter treinamento em língua estrangeira. Além disso, como muitas forças de elite, elas deverão freqüentemente realizar cursos com outras forças armadas, que também treinarão com elas, incluindo ai o intercâmbio com outras unidades de elite dos países estrangeiros.



Os operadores da U.S. Army Special Forces deverão está aptos e executar as seguintes missões:
Guerra Não-Convencional
Ação Direta
Reconhecimento Especial
Defesa Interna Estrangeira
Contra-Terrorismo (CT)
Operações Psicológicas
Anti-Drogas
Assuntos Civis
Suporte a Coalizões Militares

7
Com a evolução constante de armas de destruição cada vez mais sofisticadas e letais, o sniper continua a desenvolver seu trabalho armado apenas com um rifle de ferrolho, ou semi-automático, e sua fria coragem.

A tecnologia deixou a vida dos sniper paradoxalmente mais fácil, mas ao mesmo tempo perigosa. Novos equipamentos, como Armas de Assalto mais precisos, miras óticas e eletrônicas mais sofisticadas, e o uso de pólvoras sem fumo e sem chama, permitem hoje ao sniper atingir níveis de eficiência nunca antes imaginados. Com o uso de um telemetro laser e um computador balístico uma Rifle M-24 consegue atingir alvos 1000m sem dificuldade. Novos sistemas como os citados estão sendo testados no Iraque recentemente.

Os snipers estão mais móveis, com os snipers das Forças de Operações Especiais podendo ser inseridos com helicóptero em qualquer tempo ou pára-quedismo (HALO, HALO). O uso do GPS, rádios criptografados, veículos qualquer-terreno os tornaram muito moveis. Passaram a causar danos a materiais e veículos com armas de assalto mais potentes podendo até ser considerado os alvos mais importantes que as tropas.


image hosting

O sistema Sniper Coordination System (SCS) da Elbit usa câmeras de vídeo acopladas ao Rifle dos snipers para controlar vários snipers. Até quatro podem ser coordenados, com mira diurna ou noturna. O sistema permitir dar ordens para os sniper até de forma silenciosa. As imagens podem ser gravadas.

Em 100 anos a distância de engajamento dos snipers passou de 300m para 1km. Deve-se imaginar como será nós próximos 100 anos. Por outro lado, enquanto a artilharia passou a engajar alvos a dezenas de km, os blindados em alguns km e os helicópteros a até 8km com mísseis, as armas de assalto da infantaria passou de um alcance de 1800m contra alvos de área na Primeira Guerra Mundial, para 300m com o calibre 5,56mm. A maioria das nações passou a usar o calibre 5,56 mm enquanto o calibre 7,62mm é mais usado nas metralhadoras médias. O mesmo aconteceu nos países do Pacto de Varsóvia. Mesmo assim a munição 7,62mm especial pode ser conseguida facilmente para os sniper.

Os snipers usam cartuchos especiais com alcance maior para as suas armas, com melhor qualidade de fabricação e parte posterior mais afilada para melhorar a aerodinâmica. Os projeteis atuais são quatro vezes mais precisos que os da Primeira Guerra Mundial. Um projétil de 5,56mm já pode atingir alvos a 1km o que nem era sonhado a 25 anos atrás. Estudos aerodinâmicos atuais levaram ao projeto de projeteis supersônicos compatíveis com silenciadores.

A Scope não ajuda o sniper a atirar melhor, mas sim a ver melhor. A princípio os snipers nem precisam de Scopes e os óticos são usados mais para observar a distância. A distância de engajamento típico é de 400 metros mais devido a necessidade de identificação do alvo. A 400m um homem em pé é menor que a massa de uma mira comum. As miras comuns ainda são efetivas a até 500m.

As miras telescópicas atuais são muito mais precisas, baratas e variam o zoom. Os requerimentos de uma Scope para os snipers considera a potência, definição, campo, ajuste rápido, simplicidade, resistência, rigidez e conveniência para uso. A simbologia agora são colocados no segundo plano de imagem ao invés do primeiro, mantendo o tamanho com variação.

Na Segunda Guerra Mundial o zoom da maioria das Scopes era de 3-4 vezes. Em 1941, a Alemanha iniciou o uso da mira Zf41. Era bem simples e era mais usada pelos DM. Cerca de 100 mil foram fabricadas até o fim da guerra. Atualmente os americanos usam miras ACOG com zoom de quatro vezes em grande número na infantaria comum.

Em 1945, a mira com zoom de 10x passou a ser o padrão dos sniper. Funciona com maior campo de visão (FOV). Quanto maior for o FOV, maior o tamanho da luneta e melhor a visão com pouca luz. O limite passa a ser o tamanho físico da lente para posição de tiro com cabeça alta com 56mm sendo limite.

As Scopes atuais são de baixo custo. Alguns modelos chineses com lentes de plástico custam de menos 100 dólares e é mais capaz que uma Scope da Segunda Guerra Mundial. Com tecnologia de fabricação CAD/CAM agora tudo é automático para projetar e fabricar.

O USMC introduziu o padrão Mil Dot com espaçamento constante no reticulo facilitando o cálculo da distância. O sniper compara o espaço que o alvo ocupa no dot e usa um gráfico de referência para determinar a distância. Os americanos usam calculadoras para transformar metros do Mil Dot na medida imperial.

O disparo contra alvos distantes é possível com Arma de Assalto e Scope com aumento de seis vezes. Os snipers geralmente usam armas dedicadas, mas tentar atirar a mais de 1km é considerado perda de tempo. Os snipers são capazes de disparar a longa distância, mas esperam o alvo aproximar para garantir a eficácia. Por outro lado o disparo a longa distância não é visto nem ouvido.
No deserto o sniper precisa identificar alvos a 1.500m o que só é possível com uma Scope com zoom mínimo de 10 vezes e o calor distorce as imagens além da presença de ventos fortes. Em campo aberto como o deserto a Rifle tem que ter elevada potencia como a Barret M-82 e deve ser capaz de atingir até veículos onde é bem comum. As tropas evitam andar a pé no deserto.

A Scope do observador é usada para detectar alvos e avaliar o tiro. Os telescópios têm um grande zoom, de cerca de 20 vezes como o M-49, contra sete vezes dos binóculos.

Telêmetros laser determinam a distância com grande precisão sendo que já estão miniaturizados em binóculos e futuramente podem estar integrados na Scope. Com um computador balístico será possível uma grande precisão com ventos fortes a longa distância.

O Rifle M-21 americano está equipado com a Scope ART II (Automatic Ranging Ttelescope) com ajuste automático de distância. O sistema ocular foca no alvo com um mecanismo de elevação. Se focou no alvo está zerada na distância.

O tiro a noite foi facilitado com os meios de visão noturna. O Starlight americano foi usado no Vietnã e pesada 2,2kg sendo limitado e frágil. Mesmo assim mostrou se bastante útil para observação e tiro noturno. As câmeras térmicas têm alcance mais longo e detectam alvos escondidos atrás de folhagem e tecido.

Em 1943 foi iniciado o uso de miras noturnas no US Army com o Star Tron PVS-1 Starlight. O PVS-2 era mais potente e foi mais usado. Custava 3 mil dólares em 1970. Era muito pesado, mas a noite o combate geralmente só vai até 400m. Os Vietcongs usava Sniperscope americanos de estoques russo da segunda guerra. Os snipers americanos detectavam fácil suas emissões de infravermelho. A mira noturna russa 1PN83 x 3 já vem com apontador laser. É um intensificador de imagem de segunda geraçao com alcance de 300m.

Os sensores térmicos agora estão disponíveis para a infantaria o que é um perigo para os sniper. Na década de 90 a cidade de Seravejo na Bósnia estava cercada de snipers atirando em civis. Os países da ONU enviaram equipes anti-snipers para o local que usaram sensores térmicos para detecção. Os alvos quentes brilhavam na tela do sensor na noite fria da região. Várias empresas passaram a colocar no mercado roupas com proteção térmica para contrapor estes sensores como a Spectro Dynamic System.


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A Scope AN/PVS-10 atual é bem menor e mais eficiente comparada com as primeiras versões. Pode ser usada de dia e a noite com um intensificador de imagem integrado


O Rifle M-40A3 pode receber um sensor noturno Universal Night Sight Kit colocado a frente da Scope com o uso de trilhos Picatiny. Na lateral do Rifle foi adicionado um apontador laser que costuma ser usado por controladores aéreos para indicar alvos para aeronaves.


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Exemplo de mira com telêmetro laser integrado e dados mostrados na imagem. As equipes de operações especiais americanas já tem capacidade de gravar imagens digitalmente. As propostas de Scope do futuro são óticos integrados, telêmetro integrado, câmera TV integrada, designador laser, mira térmica e integração com datalink digital e voz.


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Uma foto mostra uma imagem de um intensificador de imagem (acima) e um sensor térmico (abaixo). Com o sensor térmico os alvos podem ser facilmente indentificados. Para os snipers pode ser fatal.


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Uma Rifle M-40 com um sensor térmico acoplado na Scope.

 

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Equipamento Táctico / Commando recon chest harness type vest - olive
« em: Março 24, 2014, 13:11:53 pm »
Alguem que me possa dar uma opinião sobre este colete?

Obrigado


10
Sobrevivência e Fuga – A Luta Pela Vida Em Situações de Extremo Perigo Will Fowler

Autora: Will Fowler
Editora: Livros Escala
Preço: R$ 34,90 (Submarino e Americanas)




O livro ensina técnicas de sobrevivência em qualquer tipo de ambiente, em situações de combate ou não.

Sobre o Livro

Esta obra explica em detalhes o que especialistas, entusiastas e cidadãos que se encontram, ou já se encontraram, em situação de perigo precisam saber para sobreviver em território inimigo. Entre os assuntos tratados, dicas sobre como aprender e se familiarizar com as condições meteorológicas para, então, escolher o melhor plano de ação, bem como as técnicas para conhecer a cultura de um país e saber negociar com habitantes locais para obter vantagens. Formas de camuflagem na terra e na água, comunicação visual e sonora, procedimentos para pedido de socorro, navegação sem bússola, entre outras formas de proteção, são abordados com propriedade e riqueza de detalhes. Esta obra ensina o que fazer caso o soldado seja capturado por seus oponentes, as melhores técnicas para fugir do cativeiro e retornar de forma segura ao território aliado, os tipos de interrogatório existentes, a vida em cativeiro, a saúde dos prisioneiros de guerra, enfim, tudo para garantir a sobrevivência em ambientes inóspitos.

Sobre a autora

Will Fowler atua na área de jornalismo e editoração desde 1972, tendo se especializado em operações de forças especiais, sobrevivência e história militar. Trabalhou com o exército como editor da revista Defence, das forças britânicas, entre 1983 e 1990. Fowler escreveu mais de 15 livros, incluindo Operação Barras: a Missão de Resgate do SAS, Serra Leoa (2002) e SAS: Atrás das Linhas Inimigas (2004). Serviu na 7ª Brigada Blindada durante a Guerra do Golfo (1990-1991). Atualmente vive em Hampshire, Inglaterra.

Dados retirados do post do Airsoft Brasil do Peyretti


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O reconhecimento atrás das linhas é uma missão tradicional das FOpEsp, ou observar as actividades inimigas escondidas. No Vietnã isto era muito importante pois a selva escondia as operações inimigas do reconhecimento aéreo. No Vietnã as patrulhas aprendiam a reconhecer sinais do Vietcong ou do Exército do Vietnã do Norte na área. Uma tropa sempre deixa sinais que esteve ali e deixam a assinatura da sua presença ou passagem. O Vietcong tendia a ser barulhento e descuidados quando achavam que estavam seguros nas suas bases, mas dividiam as tropas para ver se estavam a ser seguidos. Um meio fácil de detectar unidades do Exército do Vietnã do Norte era pelo cheiro da marijuana que eles consumiam antes dos ataques.

A principal tática das patrulhas de longo alcance (LRRP) é não atiram de volta em caso de tiro próximo. O inimigo pode estar fazendo reconhecimento pelo fogo. As LRRP fugiam ao primeiro disparo sempre. Usavam granadas e fumo para quebrar contato. Uma missão com sucesso é não entrar em contato com inimigo e nem deixa saber que estavam lá. A mentalidade de "se move, vamos matar" não tem lugar nas LRRP. Operando atrás das linhas estão sempre em menor número, precisam de apoio externo e agir furtivamente. Os Rangers filipinos no Vietnã calcularam que em 95% dos combates eles que iniciaram as acções.

Um exemplo de missão com sucesso das LRRP no Vietnã era detectar forças que iam atacar bases americanas, enviar localização e posição, e quebrar contato para que o inimigo seja atacado por forças de manobra. Um dos objectivos é evitar um ataque de surpresa contra a base. O objetivo nunca é atacar, mas localizar, obter a composição das tropas e curso de ação provável, sendo parte do ciclo de "informação– inteligência-ação".

As LRRP no Vietnã podiam usar uniformes não regulamentares como ponchos e mochila locais e camuflagem de tiras de tigre (tiger strip), mas era um perigo se entrassem em contato com helicópteros de reconhecimento ou de ataque pois não tinham rádios para comunicarem com as aeronaves. Sandálias dos vietcongs eram usadas para cruzar trilhas e quando usavam roupas do vietcong chegavam a ser cumprimentados quando se encontravam com inimigos. Estas roupas eram um problema na extração em uma zona de aterragem "quente" o piloto pode confundir se está sendo atacado ou extraindo os LRRP. Os vietcongs podiam usar rádios capturados e lançar granadas de fumo para marcar a zona de aterragem. Para aumentar a furtividade as meias são usadas para cobrir itens de metais para evitar barulho. Os LRRP não se barbeiam ou tomam banho no dia anterior da patrulha e usam roupa lavada só com água.



As patrulhas de LRRP no Vietnã variam de 4 a 8 homens. Para comer a patrulha forma um círculo com a face voltada para fora e próximo para avisar com toque. Os membros não podem fazer barulho. Um dos motivos para evitar contato é o pequeno tamanho. Outro é atrapalhar a missão de inteligência. Um helicóptero de ataque leva até 15-20 minutos para chegar. O Exército do Vietnã do Norte tinha equipas de rastreadores para caçar as LRRPs que tinham a cabeça a prémio. Um inimigo que sempre enfrentavam eram os elementos. O mau tempo, frio e  roupas molhadas eram problemas, além dos insetos.

Observação móvel é um conceito criado pelo SAS, com a patrulha se movimentando em fila única, cada um cobrindo um setor. O pointman (batedor) vai a frente e o ideal é ser do país onde operam ou conhecer a língua local, para ouvir conversas ou passar ordens falsas. É a posição mais importante pois é responsável por detectar armadilhas, deve ver ou ouvir o inimigo primeiro, tendo que ser bem capaz, sempre alerta e de boa forma. O pointman pode escolher sua arma e prefere Caçadeiras, Sub-metralhadoras ou uma Carabina potente como a M-14.

O segundo membro observa as árvores ou acima e a esquerda. O terceiro membro observa a direita e vai alternando direita e esquerda com os outros membros. O último (tailgunner ou sweeper) vigia a retaguarda e também tenta esconder passos e sinais de passagem. A separação entre os membros deve ser suficiente para evitar que um granada ou mina atinge dois ou mais membros.

O pointman fica bem a frente e em situação de emboscada a patrulha só perderá um homem, e se o inimigo for esperto deixara passar e capturam/eliminam  o resto da patrulha. Numa emboscada os restantes não ajuda o pointman, mas dão cobertura com fogo e fumo para ele reagrupar. Se forem ajudar não vai diretos e sim manobra pelos flancos do inimigo. Se o inimigo disparar um de cada vez fica difícil saber quantos são.

Para manter a furtividade as patrulhas usam sinais de mãos. Se for necessário falar é feito direto no ouvido com sussurros. A comunicação de rádio é feita com sinais e código Morse e o mínimo com palavras. Um adágio das forças de reconhecimento bem simples é "não acredite em nada de que ouça e só metade do que vê". Outra dica para comportar-se nas patrulhas é: fique alerta, reporte o que vê, lembre-se do que ouve, e pense antes de agir.

Andar a noite na selva era perigoso pois não se vê nada e qualquer barulho atrai a atenção do inimigo. Cobras no chão não são vistas, mas movimentação de dia era muito mais perigosa que à noite nos lugares sem vegetação como nos pântanos e alagados.

No Vietnã os pára-quedistas e tropas do SAS australianos realizavam patrulhas em pequenos grupos por longo período apoiando uma brigada estacionada no país. Os Australianos faziam patrulhas silenciosas, furtivas e lentas com a força dispersa em uma grande área. A mensagem que passavam era "vocês nunca saberám onde estamos, mas nós os encontraremos.

As táticas de patrulha australiana no Vietnã era usar um grupo de esclarecimento com dois homens na frente. Enquanto um avança o outro cobre. Esta dupla fica na frente do grupo principal. O grupo principal era dividido em grupo de comando com o comandante e o operador de radio e o grupo de ataque com uma peça de metralhadora e um grupo de fuzileiros com Carabinas e lança-granadas.

Já os americanos lutavam como se estivessem continuando a guerra da Coréia, só que com helicópteros. Atuavam em grandes formações, barulhentas, procurando forçar o contato e com mobilidade e apoio intenso do tipo Patrulha de Combate. Passavam o recado de "estamos aqui, venha e pague o preço". Quando o Exercito do Vietnã do Norte passou a atuar com mais freqüência no Vietnã do sul as tropas dos EUA sempre atuava em formação mínima de duas companhias após uma companhia ter sido arrasada por um regimento. Também atuavam sempre no alcance da artilharia amiga.
Os SAS australianos faziam patrulha de reconhecimento-emboscada (recce-ambush patrol) que durava 10-14 dias com um grupo de 5 homens. No inicio a patrulha era de quatro com líder, scout, operador de rádio e médico. Depois recebeu um assistente de líder. Mais um membro pode ser adicionado para missões de emboscadas. Na Malásia durava semanas onde havia muita água potável. A emboscada era tentada no final e era secundária. O importante era recolher dados de inteligência. O SAS também participavam de forças maiores para grandes emboscadas, incursões e cerco. O SAS foi responsável por 500 mortos com apenas uma perda.  Em uma ocasião, seis patrulhas do SAS atuaram por seis semanas, vigiando 15 mil metros de rotas de aproximação de uma base australiana. A força inimiga foi detectada e a base atacou unida sem precisar se preocupar com o flanco descoberto. Apenas uma companhia do batalhão ficou na base para defesa. O SAS conseguia o máximo de informação com o mínimo de recursos, aplicando o principio de economia de força.

As táticas australianas foram baseadas na experiência na guerra antiguerrilha na Malásia, e usavam duas habilidades básicas da infantaria que são a patrulha e a emboscada. Os americanos usavam táticas baseadas em tecnologia e não em treino das habilidades. Os próprios americanos consideravam os australianos mais profissionais.



O SAS australiano tinha conduta padronizada para o caso de contato com inimigo para concentrar fogo. As armas eram modificadas para exagerar a assinatura de brilho e som. Levavam muita munição ou pelo menos o dobro do normal. Investiam muito em camuflagem cobrindo todos os itens assim como as mãos e face. As armas também eram camufladas. As patrulhas tinham pelo menos dois lança-granadas XM-148 e dois FAL. Levavam pelo menos 15 granadas de fumo por patrulha sendo quatro para os lança-granadas. Cada um levava no mínimo 160 tiros de FAL, ou 200 de M-16, ou 10 granadas de 40mm.



As tropas do SAS tinham liberdade para escolher kits e testar. O FAL foi equipado com carregador de 30 tiros e foi convertido para o modo automático. O supressor de chama foi retirado e uma manete frontal adiciona. Podia receber um contador de passo se necessário. Alguns foram convertidos para carabina diminuindo o tamanho do cano. Outros receberam o supressor de chamas da submetralhadora M-3 fazendo o barulho parecer com uma metralhadora 12,7mm. Alguns receberam lança-granadas de 40mm. O objetivo era aumentar a assinatura do disparo. Se detectado a patrulha passa de furtivo para agressão barulhenta para cobrir a retirada. A precisão é secundaria ao volume de fogo. O objetivo é confundir o inimigo nos primeiros segundos, com barulho e brilho dos disparos. Uma patrulha de 5 tropas tem que mostrar que são mais numerosas, tentando fugir antes do inimigo descobrir.

O MAC-SOG (Military Assistance Command - Studies and Observations Group) do US Army eram FOpEsp de várias tropas e paises que atuaram no Vietnã para patrulha de longo alcance e ação direta em território inimigo como o Vietnã do Norte, Laos e Camboja. O MAC-SOG iniciou suas operações em 1956 com a CIA e as Forças Especiais ajudando o Vietnã do Sul a realizar a missão. No inicio tentaram fazer guerrilha no Vietnã do Norte sem sucesso. Operaram até 1971 realizavam as missões mais difíceis e perigosas da guerra. A maioria dos cerca de dois mil membros do MAC-SOG eram das Forças Especiais americanas. Eram divididos em equipas Delta (Destacamento 52), Sigma (Destacamento 56) e Omega (Destacamento 50). As equipas tinham seis Divisões de seis membros composto de dois americanos e quatro asiáticos. Depois as missões passaram a ser realizadas só com americanos na maioria das vezes. Tinham ajuda de força de reação rápida para o caso de contato com o inimigo. Os métodos de infiltração incluía o HALO. O MAC-SOG realizou Patrulhas de Combate com forças MIKE (tropas locais treinadas pelas Forças Especiais), recolha de informações, designação e alvos para artilharia e apoio aéreo, avaliação de danos de batalha, resgate de combate, resgate de prisioneiros, captura de pessoal para inteligência, despistamento, operações psicológicas e outras. Tropas da marinha faziam raids e reconhecimento na costa do Vietnã do Norte. As operações do MAC-SOG eram controladas diretamente pelo Pentágono e realizavam as missões mais perigosas como reconhecimento e emboscada na trilha Ho-Chi-Minh e também faziam resgate de combate e resgate de prisioneiros. Estas operações resultaram no desvio de cerca de quatro Divisões do Vietnã do Norte para vigiar a trilha Ho-Chi-Minh.



Enquanto alguns infantes que atuavam no Vietnã do Sul raramente viam inimigos, os membros do MAC-SOG estavam no meio da colméia. Numa ocasião uma equipe de 14 tropas combateram um regimento inteiro. As baixas entre os membros do MAC-SOG chegaram a 100%, metade morta e o resto ferido pelo menos uma vez, mas tinham o maior "kill ratio" da guerra que em 1970 foi de 158 x 1. De 58 capturados apenas um voltou vivo depois de fugir. Mesmo assim por pensarem que estava quase morto e não fizeram muita guarda. A reação dos vietnamitas foi colocar pontos de escuta para detectar infiltração de helicópteros e vigiar os poucos locais de aterragem de helicópteros. Também passaram a rastrear as equipas, estudaram seu padrão de atuação como movimento noturnos, fases da lua e iniciaram emboscadas contra as patrulhas do MAC-SOG. Espiões em Saigom passavam planos das missões. Com o aumento das baixas o tempo de cada missão passou de cinco para dois dias.

As Forças Especiais americanas forneceram seis equipas de reconhecimento (RT - Recon Team) para cobrir a fronteira com Kuwait e Arábia Saudita em 1991. Patrulhavam a noite junto com as FE da Arábia Saudita.

Pouco antes da invasão foram inseridas 12 equipas de LRRP das FE americanas. Apenas duas não foram detectadas. Várias extraíram logo no inicio ou por estarem comprometidas, ou esperaram quando dia clarear. O terreno e população levaram ao fracasso da maioria. Uma destas equipes foi destacada para fazer LRP na auto-estrada 7 para reconhecimento para o XVIII Corpo. Os Aliados sabiam que os carros de combate T-72 só era usado pela Guarda Republicana e assim podiam saber que tipo de unidade estava operando na área de operação da unidade.

A equipa seria posicionada próximo do rio Shatt al Gharraf observando a rodovia próxima a mais de 250km da fronteira. Seria formado um PO para observar o trafego para norte e outro para o sul a 5km da estrada. Reportariam para a base a cada 4-6 horas a não ser que seja alvo importante como Scud. Um canal de agricultura seria usado para movimentação. Eram quatro tropas em cada PO. Enquanto um observa com periscópio especial o outro anotava os dados, enquanto os outros descansam. Cada um levava uma mochila pesando cerca de 80 kg incluindo 20 litros de água. A missão deveria durar 7 dias. Como a bota de selva deixava marca facilmente distinguível na areia do deserto colocaram plástico para tampar a sola.

A inserção foi no dia 23 janeiro, um dia antes do início da ofensiva terrestre, por dois MH-60 Black Hawk no limite do alcance. As aeronaves voavam muito baixo e rápido e até atingiu uma duna com a roda traseira. No local de inserção fizeram varias inserções falsas, pousando por 10 segundos em vários locais, as vezes voando alto para ser detectado pelo radar.

No planejamento de missão disseram que os Árabes não gostavam de cães, mas quando o helicóptero se foi começaram a ouvir cães ladrar em redor e ao longe. Logo perceberam que isto não incluía os que moravam no campo. A equipe se moveu para uma posição defensiva a centenas de metros e começaram a acostumar os ouvidos aos sons em redor. Começara a cavar na posição e notaram que o solo de agricultura era mais duro que a areia o que não daria para acabar até amanhecer. Esconderam-se no canal até a noite e outra equipe achou um local com areia.

Pensaram que os agricultores seriam como os americanos que plantam e vão dar uma olhada de vez em quando. Só que não tinham TV e vídeo game para as crianças que brincavam fora com freqüência. Logo as  crianças começaram a se aproximar até ver os quatro em uma posição. Deixaram fugir e chamaram exfil imediata. Mudaram de posição e não notaram ninguém vindo. Logo cancelaram a exfil com a intenção de achar outra posição a noite. As crianças voltaram a noite com adultos e deixaram fugir novamente. Desta vez voltaram em 20 minutos e chamaram pessoal de uma vila próxima. Logo apareceram caminhões na estrada. As equipas amontoaram tudo que não daria para levar de volta e colocaram explosivos C4 para detonar com tempo. Levaram apenas um rádio e chamaram apoio aéreo aproximado que levaria 20 minutos mas o inimigo estava a 1 minuto e cercandos.

Enquanto procuravam um bom local de defesa o inimigo começou a atirar e eram os civis que atiravam bem pois eram caçadores. Os soldados iraquianos eram pouco treinados pois ficavam sempre de pé. Deviam ser tropas de retaguarda. A equipe tinha duas M-203 e começaram a disparar. tiveram sorte pois uma ponte próxima foi atacada e os civis fugiram. Alguns membros eram treinados como sniper e começaram a atingir os iraquianos a distância. As tropas não ficaram nervosas atirando com armas automáticas. Miravam calmamente para acertar.

Já era dia e o flare não poderia chamar a atenção das aeronaves e não tinham granadas de fumo para mostrar a posição. Tentaram usar espelhos para mostrar a posição aos F-16 que voavam baixo. Mais iraquianos chegavam na rodovia e foram atacados incluindo blindados. Uma bomba em cacho atacou um flanco matando tropas do tamanho de um pelotão e a equipe conseguiu segurar a posição até a noite. Voltaram a posição inicial para pegar roupas de frio. O resgate estava vindo, mas a experiência do Vietnã de um membro lembrou que o inimigo ficava preparado para isto. Procuraram uma posição onde os dois helicópteros do SOAR poderiam pousar protegidos. Conseguiram fugir sem sofrer ferimentos depois de 10 horas de batalha.

Outras equipes de FE fizeram LRP para testar o solo para ver se agüentaria a passagem dos carros de combate e levaram câmeras para filmar. Outras FE fariam reconhecimento dos flancos após a invasão. Treinaram um mês só para isso. Foram pelo menos seis equipas com o mais longe a mais de 200km do fronte. As equipas de 6-8 tropas eram divididas em duas e distantes varias milhas. O VII Corpo usou dois equipas e não foram detectados. Um pediu exfil de emergência devido a presença de iraquianos. O XVIII Corpo Aeromóvel fez três missões todas com problemas. Um abortou sob ataque ainda no helicóptero.


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Projectos DIY / rações de combate caseira
« em: Fevereiro 21, 2012, 12:26:24 pm »
peço ja desculpa se existir algum tópico deste tema, como e de conhecimento de todos as rações de combate, sao muito importantes por isso vim lançar o desafio de mostrarem como fazem uma rações de combate para os jogos tendo em conta: Duração do jogo, peso e tamanho dos alimentos, que alimentos escolher.
Com isto não peço que me mostrem rações de combate americanas ou algo do género quero feitas de alimentos que todos possa-mos aceder nos hipermercados.

resolvi lançar este tópico pois tenho este problema em mãos.

Cumps

Samuka

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Réplicas / M4 ICS
« em: Outubro 27, 2011, 20:45:42 pm »
Boas,

Gostaria de saber que material e compatível com ICS em termos de guarda mãos....

Cumps

Samuka

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Off-topic / criar banners
« em: Outubro 16, 2011, 22:20:55 pm »
aqui fica uma ajuda para a malta que gosta de fazer banners e nao quer ter muito trabalho ;)

www.mybannermaker.com

Cumps

Samuka

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Projectos DIY / AN/PEQ ou Fake laser
« em: Agosto 16, 2011, 21:46:09 pm »
AN/PEQ ou Fake laser, andava numa de fazer eu mesmo, alguma ideia??
O objectivo era uma caixa funcional para levar a bateria
Cumps samuka

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