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Mensagens - musikman

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Lojas Nacionais / Re: COMBATE VIRTUAL - 'clientes não são retardados'
« em: Março 03, 2016, 12:25:04 pm »
O problema técnico esteve sempre resolvido. O modelo em questão (mp5) tem um gatilho mais comprido que o habitual em AEG, permitindo exercer mais força sobre o sistema interno de interruptor de corrente, através de uma alavancagem maior.

Foram inclusivamente aplicados calços em borracha por dentro do tabuleiro onde recolhe o interruptor, de forma a limitar o curso de gatilho - que não pode ser mais limitado, sobe pena de a cut off leever não atuar corretamente, e consequentemente a arma perder a função de single shot.

Depois de destruídos 3 gatilhos, a única conclusão que pude retirar foi a de que o problema está no utilizador, algo que tentei explicar ao mesmo de uma forma que este considerou incorreta (mesmo depois de o problema lhe ter sido indicado diretamente várias vezes pelos funcionários da Combate Virtual), criando assim um problema moral, que creio ser o único que ainda subsiste.

De qualquer forma, o que escrevi na folha de obra era para ser lido apenas pelo utilizador, e não escarrapachado à vista de todos, pelo que me isento de qualquer sentimento de culpa por o mesmo se estar a envergonhar publicamente aqui pelos próprios meios.

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Lojas Nacionais / Re: COMBATE VIRTUAL - 'clientes não são retardados'
« em: Março 03, 2016, 00:14:54 am »
Apesar de os meus contactos pessoais serem sobejamente conhecidos por toda a comunidade (estão inclusivamente no cabeçalho do papel aqui mostrado), o "lesado" decidiu que a melhor forma de resolver um problema que mais ninguém consegue encontrar seria tornar pública a informação aqui despejada.

Dessa forma, compete-me desde já esclarecer alguns pontos.

A arma em questão foi totalmente desmontada cinco vezes, entre as quais foram trocadas várias peças, não onerando em um euro o seu comprador. Estamos portanto a falar de pelo menos 6 horas de mão de obra (é um modelo com blowback, que requer intervenção mais complexa), ao qual acrescem algumas dezenas de euros em peças.

Em nenhuma das ocasiões a arma foi entregue com qualquer problema de funcionamento, sendo ainda de acrescentar que foi ainda melhorada a afinação (shimming) e lubrificação de origem, a pedido inicial do próprio, e que depois se recusou a pagar, alegando a já tão comum "garantia".

A arma em questão, alegadamente utilizada em 3 jogos apenas, tem data de compra de cerca de um ano. Apercebendo-me desse facto, assumi que o utilizador passou mais tempo na loja aqui referida que em jogos de Airsoft, pelo que tentei explicar-lhe de forma bem disposta que, para meter o equipamento em questão em funcionamento, basta premir o gatilho de forma normal. Não é necessário arrancá-lo.

Observando a falta de sentido de humor do mesmo, mesmo assumindo o tempo que perdi com a sua tão estimada arma de Airsoft, e pelo qual não fui de forma alguma remunerado, resta-me então apresentar as minhas sinceras desculpas, deixando desde já a garantia de que nunca mais voltarei a mexer nessa ou em qualquer outra arma pertencente ao mesmo.

Tenho esperança de que ele irá encontrar um mecânico muito mais competente que eu (há uns quantos de que eu não gosto, espero que o problema passe a ser de um deles), e um espaço comercial muito mais altruísta e disposto a perder centenas de euros a preencher os seus requisitos tão perfeccionistas numa arma de gama média/baixa.

Atenciosamente,
Telmo Fonseca, ex-mecânico da loja Combate Virtual, entre outras coisas

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Noticias de Destaque / A 6mm Portugal chegou ao fim
« em: Maio 29, 2014, 17:04:17 pm »
Desde fevereiro de 2013, foram publicadas 15 edições, com centenas de páginas sobre tudo o que tem a ver com o Airsoft em língua portuguesa e estrangeira, visualisados por mais de 20 mil utilizadores numa centena de países diferentes. A 6mm Portugal foi um projeto que se tornou realidade, e ao qual sempre dei a cara enquanto diretor, mentor e executor da publicação. Dentro da mesma, tentei desde o primeiro dia atrair as mais diversas colaborações de todo o tipo de pessoas, independentemente das suas preferências pessoais ou modos de ver e estar no Airsoft enquanto comunidade de praticantes.

Foram vários os que fizeram da 6mm Portugal aquilo em que ela se tornou, mas tenho de agradecer em particular ao Nuno “Stuntman” Tavares, ao João “One2Much” Esteves, ao Carlos “Autopilot” Rosallis, ao Paulo Fragata, ao Ricardo “Killa” Silva, ao Filipe “FalcãoDelta” Fonseca, ao Noel Lobo e a toda a equipa do Airhard, entre outros, e que edição após edição contribuiram para que isto “fosse para o ar” com conteúdos tão diversos quanto interessantes, mostrando a tudo e a todos que o Airsoft português tem mais de bom que de mau.

Foram vários os apoios que mantiveram a publicação, aos quais quero congratular por terem acreditado. A gestão comercial da 6mm Portugal foi o meu Calcanhar de Aquiles, e na minha assumida incapacidade de conseguir obter apoios monetários para uma publicação amplamente aceite pelos praticantes de Airsoft, optei também aqui por ser genuíno, e construir uma reputação de honestidade na análise de todo o material que me foi cedido ou emprestado pelos diversos espaços comerciais. Tão honesta que por vezes foi mal percebida.

Devo agradecer de forma destacada ao Marco Rocha e à Dinora Marques, da loja OCaleiro, que foram o maior apoio de todos, talvez graças à sua grande capacidade de visão para o Airsoft nacional. Ser a maior loja em território português não se mede simplesmente em artigos ou metros quadrados, mas também em atitudes positivas de apoio ao Airsoft e aos seus praticantes. E a loja OCaleiro é, no meu entender, o melhor exemplo de quão positiva pode ser uma relação bem gerida entre o aspeto comercial e o apoio a uma modalidade desportiva.

O Rui Banha, da loja Combate Virtual, que esteve com a revista desde o primeiro dia, o Leal, da Impact Zone, que é uma das pessoas com mais carácter que conheço, o Guilherme, da TechDragonStudios, que é um indivíduo tão brilhante quanto proativo, e finalmente as lojas Greenstrikes e Gunfire, e a Empresa Coraction, que completaram o painel de apoios à revista, e que embora tenha sido insuficiente, estarvos-ei eternamente grato pelo que fizeram.

Agradeço ao Bruno Nunes e à Orange Popcorn, por terem visto o profissionalismo e qualidade com que tentei pautar esta ideia, e terem-me dado todo o apoio que deram nesta (infelizmente) fase final.

E agradecido estou ainda à APMA – Associação Portuguesa de Milsim e Airsoft, APD, e aos seus associados, por terem sido a única APD que apoiou o único projeto editorial sério e profissional de divulgação do Airsoft em Portugal, durante o ano de 2013. A estes, quero deixar aqui um esclarecimento que já devia ter sido feito à algum tempo:

Em Novembro de 2013, eu, Telmo Fonseca, fui convidado enquanto simples praticante de Airsoft, para integrar a equipa que veio a fundar a nova direção da ANA-APD, no sentido de trazer para esta APD as minhas mais-valias enquanto profissional de comunicação.
Aceitei o convite a título pessoal porque vislumbrei nele uma oportunidade de poder contribuir para uma muito desejada mudança no panorama do Airsoft nacional. Independentemente disso, enquanto diretor da 6mm Portugal sempre mantive a minha total isenção no que toca a qualquer tipo de interesses ou políticas, que infelizmente caracterizam o panorama nacional de APD. Tentei servir os interesses de todos os praticantes de Airsoft em Portugal, não só na contínua divulgação de atividades da modalidade, independentemente da “côr” que estaria nos seus bastidores, mas como também sempre manifestei pessoalmente a minha intenção de unir e fazer todas as pontes de entendimento possíveis entre as diversas Associações.
Por motivos que me escapam, tal não foi possível concretizar, não obstante a quantidade absurda de tentativas feitas nesse sentido. E não me restam mais forças para continuar a fazê-lo, inscrevendo agora a minha atitude na história passada do Airsoft português, deixando ao critério todos a conotação que lhe queiram dar.

Last but not least, agradeço a todos os que acompanharam as publicações da revista. O entusiasmo com que a 6mm Portugal foi acolhida e partilhada deu-me força para continuar a lutar pela manutenção da mesma, não obstante o inversamente proporcional apoio financeiro. Os amigos que ganhei com todo este processo valem bem o dinheiro que perdi nele. E estes, espero que me perdoem o baixar de braços, justificado apenas por ano e meio de trabalho, preocupações e despesas sem retorno visível, ao qual infelizmente junto ainda algumas (poucas) ofensas pessoais que depressa esquecerei.

Obrigado a todos!
Telmo Fonseca
Diretor da 6mm Portugal

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Fui para campo preparado para um bom jogo com maus participantes (o que já de si é triste, assumir logo à partida que ia ser um dia de m...!), e acabei por ter um jogo épico com excelentes participantes.

Sorry... mas gostei mesmo deste, e nem me esforçando consigo encontrar defeitos, exceto na já referida questão dos fardamentos, algo que acabei por resolver limitando-me a disparar exclusivamente sobre quem estivesse com calças de ganga!!! Se calhar estive sempre no sítio certo à hora certa, mas o que é certo é que em 2013 não participei em nenhum evento tão bom como este, um dos primeiros de 2014. E deixo aqui publicamente a homenagem ao Conduto, Neo e restante equipa organizadora (incluindo a ANA-APD que, mesmo sem fazer barulho, estava a ajudar como é suposto!).

Bom módulo, muito ativo, missões no limiar do possível, quantidade de jogadores QB, malta de Portimão ao Porto, bem coordenado quer pelo Dacosta quer pelo Sly... para mim, uma receita para um dia muito bem passado a fazer o que mais gosto: Airsoft de qualidade!

Vi muita gente bem disposta, antes e depois do evento, o que me levou a crer que tivesse corrido bem na generalidade, pelo que me surpreende algumas críticas aqui escritas - embora reconheça que casos existem sempre. Felizmente não estava lá por perto.

Das três missões que nos foram propostas à partida (Sealteams - Devgru, GEPA e Fatia), foram relativamente acessíveis de cumprir, navegando no terreno e evitando o confronto tantas vezes quanto possível. Duas idas ao respawn depois, e estava no papo. Deu ainda tempo para me dedicar à minha segunda atividade favorita: tiro ao pato (atividade também conhecida por "bagada"). Tempo ainda de tropeçar numa "bomba" que, depois de arrastada até à zona de exclusão, selou o final do jogo!

O módulo proposto funciona, e está "entalado" entre o "Milsim" possível e a pura bagada. Venham mais destes, e com a mesma companhia. Como referi anteriormente, malta de Portimão ao Porto é algo que nem todos os eventos conseguem juntar... é sempre um prazer receber-vos aqui na Terra-do-meio, com a vossa boa disposição!

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Marcação / Re: jogo fim de ano - 29 Dez - Azeitão
« em: Dezembro 28, 2013, 03:22:58 am »
Telmo "FalcãoBravo" Fonseca
APMA 00011

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6mm - Geral / Re: 6mm Portugal - série "Loadouts", OUT/NOV/DEZ 2013
« em: Novembro 01, 2013, 16:27:05 pm »
Está online a segunda edição especial 6mm Portugal/OCaleiro.

Espero que gostem!


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6mm - Geral / 6mm Portugal - série "Loadouts", OUT/NOV/DEZ 2013
« em: Outubro 18, 2013, 09:32:43 am »
Caros leitores,

Durante os próximos meses, e até ao final do ano, a 6mm Portugal vai publicar, em conjunto com a loja OCaleiro, uma série completa de análises a equipamento, com destaque a marcas como Systema, EA, Phantom, Classic Army, Mechanix, ZM, e Midland, entre outras, trazendo assim aos nossos leitores não só uma montra completa de equipamento de grande qualidade, mas também possibilitando manter ativa a 6mm Portugal, a revista de Airsoft de todos os praticantes de Portugal.

Primeiro, equipámos seis jogadores dos pés à cabeça. Depois, dividimos esses seis “loadouts”, que acreditamos cobrirem as preferências e a carteira de todos, e vamos publicá-los periodicamente, num trabalho absolutamente inédito em Portugal, e que vem preencher uma importante lacuna na divulgação de produtos e serviços à medida de todos.

Vão ainda existir muitas surpresas ao longo dos próximos meses, culminando no sorteio de uma espetacular arma com o selo de qualidade da Lone Star. Por isso, fiquem atentos, vejam, divulguem e participem!

DATAS DE PUBLICAÇÃO:

18 de Outubro – Loadout “Urban Warrior”,
com análise a DEVGRU DGV36 e EA KP-05 - DISPONÍVEL!!

1 de Novembro – Loadout “The Contractor”,
com análise a ZM LR300 e EA Glock 23 - DISPONÍVEL!!

15 de Novembro – Loadout “Weekend Warrior”,
com análise a EA AK47 e EA M4A1

29 de Novembro – Loadout “Elite Warrior”,
com análise a Systema M4A1 First Variant e EA 1911 FM

13 de Desembro – Loadout “The Sniper”,
com análise a Classic Army AR10 e gama completa Midland

20 de Dezembro – Loadout “The Gunner”,
com análise à gama completa de supressoras Phantom e EA KP-01

Não percas, em www.6mmportugal.com

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APD's / Re: APMA - Associação Portuguesa de Milsim e Airsoft
« em: Setembro 27, 2013, 09:48:01 am »
Serviços mínimos de secretariado, o que motiva alguma demora na resposta, nomeadamente na entrega de cartões, o que será talvez o ponto mais negativo.

Fora isso, é uma APD 100% legal, promove algumas atividades interessante, mas às quais infelizmente poucas pessoas ocorrem. O facto de ser a mais barata de todas implica ter menos logística, mas no meu entender pessoal fazem bastante promoção e divulgação com poucos recursos, e correm o sério risco de se virem a tornar na maior APD nacional, caso resolvam os problemas de secretariado.

Destaco pela positiva o apoio dado à 6mm Portugal e a total transparência das contas. Trabalham para os seus associados, mas nunca fecharam as portas a não associados ou a associados de outras APD, e como exemplo disso promoveram à pouco tempo o seminário nacional de Airsoft, onde só não participou quem não quis.

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6mm - Geral / Re: Nota da direção da revista 6mm Portugal
« em: Agosto 22, 2013, 12:28:59 pm »
A questão aqui colocada não tem que ver com a obrigatoriedade de apoiarem determinado produto, e nem tão pouco o dever moral de o fazer. Tem, acima de tudo, a ver com a questão de apoiarem um desporto e uma comunidade de praticantes que lhes mete o pão na mesa, embora alguns (felizmente) não precisem disso.

Já em relação às APD visadas no comunicado, sobre essas nem vale a pena falar mais. Já tresanda demasiado, mesmo que a comunidade não saiba nem provavelmente nunca venha a saber de uma ínfima parte da podridão. E eu nem sequer tenho muita razão de queixa, comparado com outros que tentam desenvolver trabalho nessa área, e são completamente assassinados. Infelizmente isso vai ter um preço, mais cedo ou mais tarde, e eu já paguei o que tinha a pagar.

Em última análise, o grande culpado é obviamente o gestor do projeto (nomeadamente, eu), porque não teve capacidade de o levar a bom porto, nem de fazer os amigos certos que possibilitassem isso. São tudo questões políticas, e quem não se vende é ostracizado.

Além de que daqui a uma semana já ninguém se lembra disto, o que até me é conveniente, porque não prego mais para esta freguesia.

10
6mm - Geral / Nota da direção da revista 6mm Portugal
« em: Agosto 15, 2013, 00:06:36 am »
Existem coisas que não devem deixar de ser ditas, a bem da verdade e do bom senso.

Ao longo de seis edições mostrámos a todo o Mundo um Airsoft português em pleno crescimento. Mostrámos também aos portugueses que esse Airsoft não existe só nos centros, mas também em todos os cantos deste país, com uma diversidade e uma qualidade que tantas vezes me surpreendeu a mim próprio. Também conseguimos mostrar ao portugueses coisas fantásticas que se fazem lá fora, por forma a os inspirar a quererem mais deles próprios.

Traçámos o caminho que nos pareceu melhor e, apesar das dificuldades, a nossa porta sempre esteve aberta a todos quantos quiseram contribuir e fazer parte deste projeto único em Portugal. Mas falhámos na parte da sustentabilidade necessária a qualquer produto profissional.

Aquando do prévio estudo de mercado, em Fevereiro deste ano, o Airsoft nacional apresentava-se com números estimados que viabilizariam qualquer produto deste tipo: 10 000 praticantes, 17 espaços comerciais físicos e online, que representam cerca de 150 000 euros mensais em vendas, a que se juntam um número até à data indeterminado de Associações de Promoção de Desporto, das quais seis são perfeitamente legais, e que juntam dentro delas cerca de 5000 praticantes e um sem número de clubes, associações, equipas e jogadores. Concorrência... zero!

Em termos de resultados práticos, a 6mm Portugal tem faturado uma média líquida mensal de 115 euros, entre as seis lojas (Ocaleiro, Combate Virtual, Dragonstudios, Greenstrikes, Impact Zone e Soft Gun) e a única APD (APMA-APD) que nos apoiou de alguma forma, sensivelmente um quarto da despesa inerente a manter a revista no ar e, sem contar com uma única hora de trabalho.

Permitam-me reforçar uma vez mais a matemática: 150 000 euros por mês em 17 lojas. Aposta em divulgação da modalidade: 115 euros mensais. O equivalente às quotas anuais de três praticantes inscritos na ALA-APD, cuja atual direção declaradamente sempre se recusou a nos dar qualquer apoio e até nos impediu de estarmos presentes numa das suas actividade promocionais, ou de 10 praticantes inscritos na APMA-APD, que foi a única a fazê-lo. Todas as outras, APA-APD, CAM-APD, ANA-APD... e com excepção da ADAPT-APD, é como se não existissem. Os 115 euros quase duplicariam se eu recebesse um euro por cada borla que me foi pedida ou até exigida, e multiplicariam por 11 se ficasse em minha posse o equipamento analisado ao longo de todas esta edições... que quase sempre foi devolvido.

Nas tabelas comerciais da 6mm Portugal enviadas repetidamente a todas as lojas, figuram preços de publicidade que começam na mísera quantia de 15 euros, pensadas em função de poder dar espaço até ao mais pequeno empresário. Noutros meios, e por muito menos espaço, os valores sobem a várias centenas de euros.

A um espaço comercial que alega não ter 15 euros mensais para investir em publicidade, apenas me ocorre dizer-lhes que tenham vergonha e fechem a porta. A alguém que se assume como empresário a tentar trabalhar num nicho de mercado com características tão próprias como é o Airsoft, e que alega não querer investir 15 euros no veículo de divulgação por excelência da modalidade, que tanta gente reuniu, e tantos novos praticantes atraiu, apetece-me dizer-lhes que parem de ser os mercenários em que se tornaram. A um fabricante, representante, vendedor ou distribuidor que prefere apostar a sua imagem em blogues amadores ou grupos de entusiastas no facebook, que não providenciam qualquer retorno, apetece-me dizer-lhes que voltem à escola, e repitam aquela cadeira que fala sobre como defender a imagem de uma empresa num mercado felizmente cada vez mais exigente.

Nunca o disse, porque nunca pretendi hostilizar ninguém, mas quero agora que os portugueses saibam quem está a viver à conta deles.

Fomos ainda alvo de outro tipo de coações, ameaças e acusações, desde supostas queixas formalizadas na PSP por publicarmos fotografias de armas não pintadas conforme a lei vigente, lei essa cujo cumprimento sempre defendemos, não fosse a 6mm Portugal o principal veículo nacional de promoção e divulgação da modalidade.

Existiram divergências comerciais internas que motivaram a saída de alguns elementos, e mesmo boicotes de por parte de espaços comerciais, que insistem em serem pagos para aparecer, numa atitude de estrelas de rock, e contrariando toda a lógica inerente a um espaço de divulgação.

Apoiar não é apenas ir ao facebook e manifestar o apoio e depois desaparecer. Apoiar é reconhecer o interesse e a importância de algo, e ajudar à viabilização disso, não por caridade, mas sim porque a visibilidade dá retorno. Isto é e sempre foi um negócio.

Ouve quem que me chegasse a dizer na cara coisas como "eu não pago publicidade, porque tenho toda a publicidade que quero de borla", ou "Não queremos aparecer na sua revista, porque depois recebemos centenas de emails de miúdos a pedirem-nos armas de graça para fazerem reviews".

Mesmo sendo gratuita, e mesmo depois pedirmos várias vezes para não o fazerem, ouve quem se desse ao trabalho de compilar e distribuir versões PDF ilegais da revista, às quais acorreram alguns praticantes que, quando não estão a fazer downloads ilegais, vão para as redes sociais tentar policiar outros praticantes.

Mas, a principal acusação, e que me fez tanto prurido, foi o de estarmos a fazer uma revista para os amigos. A cada um desses, digo agora publicamente: queres ser meu amigo? As portas sempre estiveram abertas, e 99% dos que já aqui apareceram eu não os conhecia de lado nenhum.

Publicámos aqui equipas de Norte a Sul do País, e também dos Açores e da Madeira. E foi feito um grande esforço, mesmo financeiro, para pegar no carro e fazer quilometros à procura de reportagens, fotografias e histórias interessantes para partilhar com todos os leitores.

E estes são alguns dos muitos lados negros do que encontrámos ao longo destas seis edições, e que quero agora aqui expurgar, justificando-me ainda pelos atrasos sucessivos na publicação das edições, supostamente a dia 15 de cada mês.

Sou um perfeito crente de que pelo menos 90% da comunidade portuguesa de Airsoft é absolutamente brilhante, trabalhando tantas vezes sem retorno e em prol de outros, autoregulando-se e tentando criar alguma ordem no vazio deixado pelas ausentes Associações que os deviam representar. Infelizmente, esses 90% têm uma apetência natural para seguir o ruído deixado no ar pelos outros 10%, que mais não fazem que prejudicar tudo e todos em benefício próprio, pessoal e monetário. É um mal comum aos tempos confusos que vivemos, onde a tolerância aos “salvadores da pátria” abre portas a todo o tipo de idiotas com uma arma, um camuflado e um ego, e que tanta gente consegue arrastar atrás de si.

Foi nesse sentido que decidi criar uma revista para o nicho de mercado menos rentável que existe em Portugal, de forma a oferecer a todos um ponto único de reunião, totalmente independente e plural.

Conseguimos efetivamente reunir uma legião de fãs da 6mm Portugal, e foi para esses que toda a equipa trabalhou. A 6mm Portugal tem 24 600 leitores, mais leitores que o Diário Económico (13 116) ou o Jornal i (5255), quase tantos como o Diário de Notícias (25 398) ou o Público (27 918). Foi para cada um que nos acompanha que toda a equipa tem trabalhado sem qualquer retorno. Foi para os cerca de 200 praticantes que se juntaram, desde a Lousã a Norte a Albufeira no Sul, num jogo de solidariedade para apoio à sua revista que, e embora sendo parcos os números, tanto nos motivaram a tentar mais uma vez.

O incassável Nuno Tavares, talvez o gajo mais apaixonado pelo Airsoft que eu conheço, o intropecto e atento João Esteves, o brilhante artista Carlos Rosallis, o camarada Noel Lobo, o sempre alucinado Paulo Fragata, o divertido Ricardo Silva e o muito responsável Filipe Fonseca. E claro, a minha paciente mulher Vera Resendes, que tantas vezes aturou esta pequena obsessão que caracteriza o comum praticante de Airsoft, tornaram possível este meu sonho.

Mas agora chegámos ao fim, e nos próximos dias será publicada a última edição da 6mm Portugal nos moldes atuais, debruçando-me de seguida sobre uma solução diferente que, desta vez, sirva os interesses de quem me apoiou até à data, e não de os quem se pendurou nela à boleia para os seus interesses pessoais.

Vou deliberadamente deixar de produzir a 6mm Portugal em formato de revista periódica mensal, e privar toda a comunidade dela. E a seguir vou arcar com todas as dívidas e compromissos que assumi, e manter-me tão longe quanto possível de tudo o que tenha a ver com a comunidade de Airsoft portuguesa, deixando todo esse espaço vazio ao dispor daqueles que se sentiram incomodados com o tamanho que atingimos.

Não o faço por rancor, nem com nenhum outro sentimento que não o de um gigantesco falhanço pessoal, num projeto em que apostei mais do que devia, devido à minha manifesta incapacidade de fazer as coisas pelo meio termo, e apoiado por gente a quem toda a comunidade deve algo. E nem tão pouco vou referir aqui a minha situação pessoal e financeira, apenas vou admitir que não consegui levar nem o produto nem a sua excelente equipa a bom porto.

A única coisa parecida com Airsoft que quero fazer neste momento é simplesmente jogar, algo que não faço desde Maio deste ano.

E tenho de agradecer a todos quantos fizeram parte deste que foi um dos melhores projetos da minha vida. A todos vós, caros leitores, em meu nome e em nome de toda a equipa da 6mm Portugal, muito obrigado! Foi uma viagem fantástica, que me permitiu travar conhecimento com pessoas que valem o seu peso em ouro.

Atenciosamente,
Telmo David Fonseca

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6mm - Geral / Re: 6mm Portugal - Revista nº 5
« em: Julho 06, 2013, 01:24:08 am »
O download da edição de Fevereiro pode ser efectuado directamente aqui:

http://www.6mmportugal.com/issues/01-02-13-SHFOWERH838RHFHNFER/pt/pdf/6mmfevereiro.pdf

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6mm - Geral / Re: 6mm Portugal - Revista nº 5
« em: Julho 06, 2013, 01:22:34 am »
Está no ar a V edição da 6mm Portugal, com mais e melhor Airsoft que nunca. Consulta também os números passados, onde podes encontrar a edição de Fevereiro em formato PDF para download.

Lê gratuitamente em www.6mmportugal.com

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6mm - Geral / Comunicado da 6mm Portugal
« em: Junho 12, 2013, 14:08:58 pm »
Este comunicado é uma réplica do publicado na página oficial da 6mm Portugal:
https://www.facebook.com/6mmPortugal

Esclarecimento:

A 6mm Portugal nasceu de um mote lançado por mim, ao qual aderiram várias pessoas que muito têm contribuído para o desenvolvimento da revista, e sem as quais não teria sido possível chegar onde chegámos hoje. E nasceu não só de uma situação pessoal profissional delicada, mas também porque vimos espaço e mercado para que tal acontecesse.

A opção de publicar uma revista gratuita teve como objectivo chegar ao máximo de pessoas possível, para assim cumprir o principal objectivo, que era o de juntar uma comunidade em torno de um denominador comum. Esse objectivo foi conseguido, presentemente com 20.000 visitantes ao website, distribuídos por quase meio milhão de visitas individuais de página, e oriundos de 90 países de todo o Mundo.

Como objectivo secundário, a viabilização financeira da revista partia do princípio de que existiria interesse por parte de lojas e marcas de divulgarem os seus produtos e serviços junto de toda a comunidade de praticantes, mantendo também assim um veículo de comunicação profissional em funcionamento, com benefícios mútuos quer para comerciantes quer para praticantes.

Também abrimos logicamente as nossas portas a todas as APD, Clubes e Associações, porque eles representam o futuro do Airsoft em Portugal e, principalmente, a todos os praticantes individuais, e às suas contribuições pessoais, que muito têm composto o tecido actual da revista.

Foi efectuado um grande investimento pessoal, quer em termos de esforço, quer a nível financeiro, para me lançar em semelhante aventura, até à data nenhum dos colaboradores da revista foi pago por qualquer trabalho efectuado para a mesma. O retorno foi de tal forma baixo, nem sequer amenizando as despesas inerentes à publicação, que acabei por ter de assumir a possibilidade da inviabilização de todo o projecto.

A deslocação ao evento WWIII/OM2013 foi a gota de água que fez transbordar o copo já muito cheio. Mais uma aposta falhada, por motivos alheios à nossa vontade.

É com grande agrado que vejo agora forte uma resposta à presente situação, pelo que me resta agradecer, em meu nome e no nome de todos os quantos têm contribuído mês após mês para este produto, a todos os quantos se prestaram a ajudar a 6mm Portugal.

Temos recebido um feedback avassalador ao desafio colocado no evento "Op. Resgate da 6mm"

https://www.facebook.com/events/133857686818818/133950403476213/?notif_t=like

Manifesto desde já que o evento não partiu da 6mm Portugal, nem de nenhum dos seus colaboradores, prova viva do entusiasmo com que a revista foi recebida no seio desta comunidade em que eu pessoalmente sempre acreditei. Manifesto ainda que não me posso responsabilizar por qualquer valor angariado, quer nos vários jogos que vão ser desenvolvidos, quer a nível pessoal, obrigando-me apenas à posterior publicação de fotografias e toda informação que me chegar às mãos, entre organizações, equipas e jogadores, na prevista edição de Julho da 6mm Portugal.

Temos também recebido vários pedidos por parte de equipas e jogadores, para apoio pessoal.

A única coisa que posso prometer, é a mesma que prometi no primeiro dia da 6mm Portugal, e que passa por produzir o melhor produto possível com os meios disponíveis, e certamente que teremos a possibilidade de não deixar cair esta revista, que acredito já ser a revista de todos os praticantes de Airsoft em Portugal!

Muito obrigado a todos pela atenção!

Telmo Fonseca,
Director da 6mm Portugal®

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Rescaldos / Re: [Rescaldo] WWIII / OM2013
« em: Junho 01, 2013, 16:22:28 pm »
Rescaldo oficial da 6mm Portugal em breve. Já estamos de regresso a casa, imperando por agora o descanso e a reflexão.

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6mm - Geral / Re: 6mm Portugal - Revista nº 4
« em: Maio 15, 2013, 17:28:43 pm »
Primeiro, agradeço a atenção e a leitura atenta. Agradeço ainda a tua opinião, tão válida como a minha e a de todos os outros. Respondendo às questões colocadas:

1) http://www.arniesairsoft.co.uk/reviewpost/showproduct.php/product/54/title/tokyo-marui-m733-carbine/cat/16
A mesma réplica, mas da marca tokyo Marui

...e ainda mais alguma informação aqui:
http://en.wikipedia.org/wiki/CAR-15

2) A referência "fabricado em CNC" refere-se ao modo de fabrico, e não ao material utilizado.
Mais informação aqui:
http://nextratech.com/4/the_factory_photo_gallery_45827.html
Poderás observar várias fresadoras, entre muitos outros processos de fabrico, e os corpos a serem trabalhados.

Foi feita uma pesquisa jornalística antes de todo o trabalho de análise. Foi cruzada informação, e depois misturada com opinião. É a minha forma de trabalhar, outros terão a sua.

3) É a minha opinião. Gostei da arma. Lamento. Achei-a muito fraca de potência, e refiro isso. Refiro ainda a facilidade em alterar isso, e o porquê de estar assim. Desmontei-a até à última peça, e esse é o serviço que presto à comunidade. Ver tudo, mostrar tudo, e dar a minha opinião. A de outros será certamente diferente, não tenho nada a ver com isso.

Não se destaca de uma Classic Army, porque é basicamente uma Classic Army, conforme até referido no texto.

Não gosto, e não admito, a comparação com os reviews da Airsoft Portugal ou de qualquer outro. Não assino texto nenhum em mais lado nenhum. Apenas na 6mm Portugal. Pessoalmente, acho que estão a um Mundo de distância, e agradeço que não metas tudo no mesmo saco.

Em relação ao WASP... lamento, mas também gostei. E o modelo que me enviaram não tinha qualquer defeito. Gostos estéticos não se discutem, nem refiro rigorosamente nada a esse respeito no texto. Apenas refiro que as opções são muitas, e para todos os gostos.

Em termos de credibilidade... a 6mm Portugal tem, neste momento, 16.000 leitores, e está a crescer todos os dias. Essa é a credibilidade que tenho para apresentar.

Uma vez mais agradeço a opinião sincera e honesta, e espero que continues a fazer o mesmo de futuro, estando ainda abertas todas as portas para todo o tipo de contribuições que queiras acrescentar a este projecto, que pertence a uma comunidade inteira.

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