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Mensagens - DRACULA

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Ajuda aos novatos / Re: Tipos de Jogos no AIRSOFT
« em: Dezembro 18, 2013, 11:17:37 am »
Entrando aqui um pouco na discussão...Milsim e Skirmish (termos que não tenho o habito de usar...aliás deve ser a primeira vez que os uso aqui neste forum)...nada mais nada menos são formas de definir dois modos de jogo ou dois estilos de jogo ou algo parecido que lhe queiram chamar...dentro do Airsoft.

Se uma organização de um jogo...na informação disponibilizada, informar que se trata de um jogo dentro do modo/estilo/disciplina/etc...Milsim...então ficamos a saber que se trata de um jogo complexo...onde se pretende recriar um ambiente realista dentro do jogo...nestes jogos a organização tem uma preocupação muito grande com a estrutura fisica do jogo mas também com a organização dos jogadores dentro do jogo...procurando coloca-los de forma a que recriem o ambiente que pretende ser recriado. São jogos onde é normal haver cadeias de comando...onde os jogadores fazem parte de um exercito/gang/rebeldes etc...sob as ordens de um comandante...com missões especificas e um objectivo final. Por norma são jogos de média/longa duração...com areas de jogo grandes e onde se inicia o jogo com a colocação dos jogadores em bases...e onde a acção (tiroteio) começa também por norma só ao fim de algum tempo...e por vezes para alguns nem sequer chega a acontecer.

Por outro lado se uma organização disponibilizar que o jogo é dentro do modo/estilo/disciplina/etc...Skirmish...então imediatamente ficamos a saber que se trata de um jogo de acção rápida...ou seja...um jogo onde se chega ao local e ao fim de uns minutos começa o tiroteio...sem que haja grande complexidade. A preocupação maior dentro desta modalidade está na acção é unicamente aí que a organização se centra...o resto fica a cargo das equipas/jogadores. São por norma jogos de curta/média duração...com áreas de jogo reduzidas.

O curioso nisto...é que raramente se usa a expressão Skirmish...pois esta expressão acabou por ter uma associação negativa (vá lá saber-se porquê)...e assim ficou mais cool passar a usar a palavra Milsim para tudo...e desta forma acabou por não se perceber muito bem afinal o que se pretende dizer com Milsim...

Não vejo mal nenhum a existencia destes termos para designar dois estilos de jogo...pois não é por isso que deixa de ser Airsoft...

Entrando no tema aqui colocado...eu faria uma ramificação a partir do Milsim - Skirmish...depois Cqb-Mato-Urbano e a partir daqui...tudo aquilo que a imaginação nos possa proporcionar. E digo isto porque...por exemplo...podemos fazer Capture de Flag,Hostage Rescue; Prision Escapa etc...em ambiente de Cqb...Mato ou Urbano. E acrescentaria também Reenactment o qual está dentro do Milsim...mas onde se pretende recriar um momento histórico...

Tudo isto é airsoft...não existe motivos para nos preocuparmos...o futebol também tem diversas variedades mas não deixa de ser futebol... ;)

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Geral / Re: Apreensão de Réplicas e coimas em Caneças
« em: Dezembro 17, 2013, 22:10:49 pm »
L.Chasqueira...a lei determina a pintura a partir da boca do cano...não aceitam a pintura por exemplo nos "silenciadores" de simples rosca porque entendem que são amovíveis...mas também não os proíbem...otimo nada a opor.
A nós dava-nos mais jeito pintar o dito "silenciador" que até facilmente se retira da arma...mas a lei não quer isso....paciência. Então pinto a arma a partir da boca do cano e depois coloco o "silenciador" sem estar pintado...não vejo onde possa estar a transgredir a lei...

Por exemplo por vezes uso um "silenciador" na minha M15 e não está pintado...por vezes encontra-se camuflado com fita apenas por uma questão estética uma vez que essa fita se destina a ocultar a pintura que está no cano externo...outras vezes é usado sem fita. Mas esta é a minha opinião...e até me provarem o contrario será assim que irei continuar a proceder...

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Geral / Re: Apreensão de Réplicas e coimas em Caneças
« em: Dezembro 17, 2013, 12:59:51 pm »
indy79...percebi o que querias dizer...mas olha que em relação aos supressores eles não contam porque são considerados acessorios e não como fazendo parte integrante do "mecanismo portatil com a configuração de arma de fogo"...mas...se tecnicamente for possivel...poderiamos por exemplo ter um cano interno a sair para o exterior do dito cano externo e aí sim...poderiamos aplicar a pintura a partir da boca do cano, a qual neste caso começaria no cano interno.

Por exemplo...na MP5SD o supressor é valido...porque faz parte integrante da arma...não se trata de um acessorio com vista a um acrescento de cano ou algo parecido...

Depois temos várias interpretações para alguns acessorios que consideram parte integrante desde que estejam por exemplo aparafusados...e não apenas enroscados...mas isso apenas os peritos das armas é que podem definir...


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Geral / Re: Apreensão de Réplicas e coimas em Caneças
« em: Dezembro 17, 2013, 12:24:45 pm »
indy79...claro que o espirito da lei é ter a pintura bem visivel...e isso não se fica apenas pelo espirito da lei mas vem mesmo consagrado na lei: "claramente visível quando empunhado, em 5 cm a contar da boca do cano e na totalidade do punho, caso se trate de arma curta, ou em 10 cm a contar da boca do cano". Portanto não me parece que a ideia fosse pintar o cano interno... ;D

Mas e já que aqui foi levantada a questão interpretativa do cano...é sempre bom lermos várias opiniões pois isso apenas nos ajuda a ficar mais alertas e evitar por vezes discussões desnecessárias com agentes de autoridade no momento da fiscalização. A referencia que o agente deu relativa ao cano interno...é sem duvida a mais segura do ponto de vista da lei...e deve ser levada como um conselho geral. Na pratica sabemos que não é assim tão linear...mas cada um segue os conselhos que bem entender.

Como já foi referido também...o importante é estar lá a pintura...depois se está mais 1cm para a esquerda ou para a direita...isso já é o mal menor...
 

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Geral / Re: Apreensão de Réplicas e coimas em Caneças
« em: Dezembro 17, 2013, 11:32:49 am »
A juntar a visto verifiquei precisamente o que o BigBrutus disse, fora a questao das pinturas, todas as replicas que nao estavam 100% de acordo com a lei levaram apenas um aviso, nada mais. Confirmo tambem o que foi dito na presença de varios elementos da minha equipa por um agente da autoridade, a pintura deve ser feita (no cano externo/corpo da replica) apartir do inicio do cano interno.

Estava agora a ler este topico novamente quando chegou aqui o meu cliente que por acaso é Jurista, questionei esta intrepertação do agente.

"...pintado com cor fluorescente, amarela ou encarnada, indelével, claramente visível quando empunhado, em 5 cm a contar da boca do cano e na totalidade do punho, caso se trate de arma curta, ou em 10 cm a contar da boca do cano e na totalidade da coronha, caso se trate de arma longa,


Ora entende-se por boca do cano neste caso o cano externo da replica, e não qualquer acessório colocado alem do cano vulgo Silenciador, supressor, ou tapa chamas, se fosse referido o cano interno então teria-mos de pintar o cano interno, a lei é explicita "...por forma a não ser susceptível de confusão com as armas das mesmas classes." se é uma replica é para não ser confundida.

Um pequeno reparo...
Citar
se fosse referido o cano interno então teria-mos de pintar o cano interno, a lei é  explicita
...não sei se foi isso que o jurista interpretou mas se foi então deveria ler com mais cuidado o que referiu o tal agente:

Confirmo tambem o que foi dito na presença de varios elementos da minha equipa por um agente da autoridade, a pintura deve ser feita (no cano externo/corpo da replica) apartir do inicio do cano interno.

Em primeiro...o agente está simplesmente a dizer aquilo que felizmente a maioria já sabe...e quando refere o cano interno...está a faze-lo como referencia...por isso ele referiu que a pintura deve ser feita (no cano externo/corpo) a partir do inicio do cano interno. É perfeitamente perceptível que ele esta a usar uma linguagem de facil compreensão...dando referencias do ponto de partida da pintura de forma a que seja mais facilmente compreendida esta questão dos silenciadores e outros acrescentos que podem vir a levantar problemas.

Agora um pormenor tecnico muito importante...realmente a lei refere "a contar da boca do cano"...

Citar
Ora entende-se por boca do cano neste caso o cano externo da replica

Desculpa!!!...mas quem é que entende isso? O jurista? aqui não existem entendimentos avulsos...aqui aplica-se o que diz a lei das armas...e a lei das armas diz o seguinte:

Artigo 2.º
Definições legais

h) «Cano» a parte da arma constituída por um tubo destinado a guiar o projéctil no momento do disparo;


Ora...numa arma de airsoft...qual é o tubo destinado a guiar o projectil no momento do disparo?
Quer-me parecer que é o dito cano interno e não o tal cano "externo"...certo? Pois sendo assim o cano de uma arma de airsoft...é o interno e não o "externo"...

Não tenho duvidas se o jurista tivesse tido mais tempo e lido com atenção toda a lei das armas...teria percebido facilmente qual é o cano numa arma de airsoft. Os tribunais que aplicam a lei como tanto se diz...e os juristas que as interpretam (muitas vezes cada um à sua maneira)...recorrem aos pareceres tecnicos dos peritos das armas para poderem depois aplicar e interpretar a lei correctamente. Portanto se um perito da PSP disser a um Magistrado ou emitir um parecer onde determina que o cano de uma arma de airsoft,para efeitos da lei das armas é o cano interno...então acreditem que a lei é aplicada a partir desse relatório tecnico.
É preciso não esquecer como já foi aqui referido pelo Azorean que uma arma de airsoft...não é como uma arma de fogo real a qual apenas tem um cano e nada mais. Como tem dois canos...então basta ler qual a definição que a lei das armas dá ao cano...e assim ficamos a saber qual é válido para estes casos.

Hoje...com toda a informação disponibilizada só leva com uma coima quem quer...e como todos somos contra as pinturas...não critico quem não pinta as armas...pois sempre considerei isso uma opção pessoal, mas depois ninguém se pode queixar se tiverem de desembolsar umas dezenas de euros...

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Noticias de Destaque / Re: Lei nova armas na comissão europeia
« em: Dezembro 12, 2013, 20:43:03 pm »
esta coisa da pintura quer-me parecer que apenas veio a diminuir uma coisa...a proliferação de fotos nos faces e afins...decididamente esta lei estragou um pouco o negocio aos fotografos...porque não gostam de ver os modelos com armas pintadas...e é compreensivel. De resto a diversão em jogo continua na mesma...os sustos a "civis" continuam na mesma (visto que as pinturas podem ficar ocultadas)...e essa coisa de aparecerem em frente dos policias...continua tudo na mesma...pois para os policias já muitos anos antes de aparecer esta lei das pinturas...lhes é ensinado que uma arma só é um brinquedo quando a tiverem na sua mão...

quanto a este projecto que alguém se lembrou de fazer na Comissão Europeia...não é nada de novo...e por enquanto só temos de o levar na brincadeira...mas uma coisa é certa...comece a haver problemas sérios envolvendo armas de airsoft...e a Lei endurece sem a menor duvida.
Por enquanto mais facilmente o resto da europa ficaria com as armas pintadas do que simplesmente o airsoft...ficaria proibido...mas quer-me parecer que nem uma coisa nem a outra...pelo menos para já.

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Réplicas / Re: Duvidas sobre o tipo de pistola
« em: Dezembro 07, 2013, 12:29:26 pm »
optei por comprar uma electrica e em boa hora o fiz (cyma Glock 18)...nada de gás...nada de fugas nos carregadores...em teoria uma carga de bateria dá uma média de 500 a 600 disparos (no meu caso apenas a carreguei ainda uma vez e ao fim de vários meses continua a disparar).

É claro que uma electrica perde em termos de realismo no disparo para uma a gás GBB, mas também para as vezes que a uso..a electrica serve-me na perfeição...por outro lado tens de ter em conta que as pistolas electricas tem pouca potencia...mas mais uma vez...servem na perfeição para o uso que lhes é dado na larga maioria dos casos (disparos a curtas distancias).

Resumindo...

A Gás - maior realismo no disparo...maior potencia...maior variedade de modelos...maior cuidado na manutenção...fugas de gás nos carregadores...carregadores bem mais caros...em jogos grandes implica andar com o gás para carregar...(o gás no carregador dará no maximo para uns 30 a 40 disparos)

Electricas - manutenção mais simples...a bateria dá para um ou vários jogos (500 a 600 disparos)...os carregadores são baratos...menor realismo no disparo...menor potencia...poucos modelos...a bateria vicia...(mas são baratas)

Agora acima de tudo depende para o que se pretende da pistola...se for para andar no coldre e só ser usada em caso de extrema necessidade...e o realismo do disparo não for relevante...então optaria por uma electrica...pois na larga maioria dos casos as pistolas passam o tempo todo no coldre e só são disparadas no final do jogo contra as arvores para descarregar os carregadores. Mas se a ideia é dar-lhe uso intenso e o realismo no disparo for relevante tal como a potencia...então...optaria por uma a GBB...


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Noticias de Destaque / Re: Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 05, 2013, 22:42:06 pm »
sysark...as APD fazem parte do airsoft...e tem uma enorme responsabilidade nesta actividade...como tal...também elas tem o dever de contribuir para o civismo dos praticantes e para a segurança desta actividade, não podem existir apenas para emitir cartões. Todos somos um todo e todos temos os mesmos deveres...

Por exemplo as APD são uma exigencia da Lei...a Lei exige que os praticantes sejam associados...mas...compete às APD decidir a forma como o praticante obtem o direito a ser associado. As APD poderiam facilmente exigir ao candidato a associado a frequência de X horas de formação sobre regras de segurança relativas à actividade...nada de exigente...apenas a assistir a uma palestra sobre as mais básicas regras de segurança relativas ao manuseamento da arma (atenção que não me refiro a regras do jogo). Depois disso...davam-lhe o cartão de associado de forma a que ele pudesse adquirir a dita arma...
Mas já que isso está longe de acontecer...pelo menos poderiam emitir juntamente com o cartão de associado umas simples regras de segurança.
Não nos podemos esquecer que muitos dos praticantes tem o primeiro contacto com o airsoft através das APD...pois até aí apenas se aperceberam da sua existência na net...nem todos aparecem acompanhados por pessoal mais experiente...

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Noticias de Destaque / Re: Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 05, 2013, 09:57:13 am »
sysark...para haver esta condenação a qual foi aplicada pelo tribunal de 1ª Instancia e depois confirmada pelo Tribunal da Relação...não tenho a menor duvida que ficou provado no julgamento que a vitima estava dentro do espaço delimitado pela organização como zona de segurança. Ressalvo que só quem estava presente e ou lendo o que ficou provado em julgamento é que se poderá fazer uma avaliação correcta. No julgamento não tenho a menor duvida que todas as partes foram ouvidas...e até é provavel que tenha havido uma reconstituição no local onde se deu o acidente (desde que tenha sido requerida por uma das partes). Estamos apenas a comentar o que vem na noticia...e não podemos agora apurar quem tinha ou não razão...quando já dois tribunais confirmaram a culpa.

O que importa retirar da noticia é a responsabilidade civel que todos nós temos aquando destes acidentes. Pegando no caso aqui mais aflorado...que é o de estar na safe zone com o dedo no gatilho...carregador na arma e pronta a disparar...no airsoft pelo menos em idade todos somos adultos; como tal sabemos e temos plena consciencia que nessa zona as pessoas andam sem oculos; se eventualmente fizermos um disparo acidental e alguém ficar gravemente ferido...podemos ser responsabilizados, pois apesar de ter sido acidental, os nossos actos preparatórios que antecederam o acidente e contribuiram para tal...foram conscientes. Pois ao colocarmos o carregador, e colocar a arma em posição de fogo como dedo no gatilho temos consciencia que isso pode contribuir fortemente para um disparo acidental numa zona onde as pessoas circulam sem proteção, estamos por isso a cometer uma negligencia grosseira a qual poderá vir a ser punida.

Aproveitando a deixa...não seria má ideia...passar a ser regra no airsoft: Na safe zone é proibido o uso de carregadores nas armas, bem como devem as mesmas estar em posição de segurança.
Sempre que no decorrer do jogo se regresse à safe zone...o jogador deverá antes de entrar naquele espaço,retirar o carregador e efectuar um disparo de segurança para uma zona de onde não resulte perigo para terceiros.

É verdade que se vê vários jogadores a aplicar estas medidas mas talvez a maioria não o faz...por exemplo...quem é que nunca esteve junto ao carro (safe zone) a equipar-se e ao lado estarem aos disparos para testar as armas! Se assim é...então essa zona não pode ser considerada safe zone...um dia pode ocorrer um acidente...

Seria talvez um hábito saudável haver um maior rigor na safe zone...no que diz respeito às regras de segurança...pois os acidentes não acontecem apenas aos outros...e se podermos aprender com os acidentes dos outros...talvez consigamos antecipar os nossos e assim evita-los ou pelo menos reduzir as condições para que eles possam acontecer...


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Noticias de Destaque / Re: Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 04, 2013, 18:16:02 pm »
ora se estás numa zona de segurança onde existe uma rede para poderes ver o jogo em segurança tudo ok agora se não existe e vai espreitar o jogo sem mascara então acontece o acidente.

é verdade o acidente acontece...mas...se mesmo espreitando está dentro da zona limitada como zona de segurança e é atingido...então houve um erro na limitação dessa zona ou nas exigencias dentro dessa zona...pois se tal zona é passível de ser atingida por um disparo, proveniente da zona de acção em que decorre o jogo..seria então obrigatorio o uso de protecção mesmo dentro da zona de segurança enquanto decorresse a actividade. Não sendo feito...induz em erro quem julga estar dentro de uma zona de segurança. Por isso se deu a condenação...mas obviamente só quem lá estava e ou lendo o processo é que poderiamos ter aqui certezas do que ocorreu. Quanto ao peso da familia...numa acção civel é preciso algum dinheiro...e infelizmente nem toda a gente o tem para gastar nestas acções as quais podem vir a ter um desfecho desfavorável...

O importante é que tenhamos consciencia que isto pode acontecer em qualquer actividade...não me refiro apenas ao acidente com ou maior negligencia...mas sim ao erro seguido de responsabilidade. A ter em conta que no caso em apreço...a vitima era menor de idade...como tal a responsabilidade dos organizadores aumenta perante ela.

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Noticias de Destaque / Re: Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 03, 2013, 21:02:10 pm »
Citar
Face à proximidade entre o local onde se encontrava sentado e o recinto de jogos, um dos jogadores disparou um tiro, que atingiu o rapaz no olho direito.

realço esta parte...pois foi ela que determinou a responsabilidade dos organizadores. Todos organizamos jogos na base do voluntariado e no airsoft...apenas são permitidas pessoas adultas...ou seja...pessoas que tenham maturidade para poderem enquanto individuo avaliar os riscos a que se predispõem. Mas...isso em caso extremos não inibe os organizadores de uma possível responsabilidade...caso seja provada a negligencia grosseira.

Esta noticia não visa criar alarmismos...mas sim apenas uma maior atenção para as questões das regras de segurança por parte de quem organiza e nada mais. No caso dos jogos de airsoft...apenas temos de ter muita atenção para a distancia entre a safe zone e a zona de jogo onde são permitidos disparos. No caso aqui em apreço na noticia...houve uma má avaliação por parte dos organizadores quando estabeleceram uma "safe zone" que afinal veio a revelar-se pouco segura e com isso induziu em erro um dos participantes que acabou gravemente ferido. Também já estive em jogos onde era possível ser-se atingido na safe zone...tenham apenas isto em consideração em futuras organizações.

Atenção que a negligencia grosseira ou pior que isso o dolo eventual...pode também ser aplicado a qualquer dos participantes...o dedo no gatilho por exemplo pode ter consequências nefastas tanto na vitima como no autor dependendo neste ultimo caso...da sua experiência no airsoft. Resumindo...as regras de segurança são para ser devidamente aplicadas e respeitadas...

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Noticias de Destaque / Re: Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 03, 2013, 19:58:20 pm »
[...]
Das coisas que me mete mais espécie no airsoft é ver a malta na safe zone, todo equipado, arma municiada e dedo sempre no gatilho!

Faço um desenho... dedo no gatilho é só para disparar e não para andar acariciar.

Não pensem que acontece só aos outros.

nem mais...

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Noticias de Destaque / Como referencia de algo que pode correr mal
« em: Dezembro 03, 2013, 19:45:30 pm »
Coloco esta noticia aqui como mera referencia...pois ao contrário do que muita gente possa pensar...estas situações ocorrem com alguma frequencia em várias actividades. O airsoft não é diferente e isto acima de tudo deve servir de referencia para quem acha que os organizadores são umas "melgas" quando determinam regras de segurança...por outro lado isto deverá alertar os organizadores para serem rigorosos no que concerne às suas regras de segurança...pois a lei vai muito além da mera lei das armas...

Adolescente ferido a jogar paintball indemnizado
Família do jovem ferido em Aveiro processou organizadores de um jogo de paintball.
O Tribunal da Relação de Coimbra confirmou a sentença de primeira instância que condenou os organizadores de um jogo de paintball a pagar 25 mil euros a um jogador de 13 anos que ficou ferido num olho.
Os factos remontam a 27 de maio de 2006, quando o rapaz participava num jogo de paintball com alguns amigos, num logradouro e anexos de uma casa desabitada, situada em Aveiro.
ntregando as proteções que usava (máscara, proteção de pescoço e colete), e sentou-se num alpendre destinado aos jogadores quando não estavam a jogar.
Face à proximidade entre o local onde se encontrava sentado e o recinto de jogos, um dos jogadores disparou um tiro, que atingiu o rapaz no olho direito.
O jovem foi conduzido ao Hospital de Aveiro, sendo posteriormente levado para o Hospital Pediátrico de Coimbra, onde ficou internado para tratamento médico.
Devido ao acidente, o jovem, que atualmente tem 20 anos, passou a ter que usar permanentemente óculos de proteção e correção à presbiopia, que substituiu, entretanto, por lentes de contacto.
Os pais do rapaz instauraram uma ação no Juízo de Grande Instância Cível de Aveiro contra os três organizadores do evento que foram condenados no pagamento de 25 mil euros.
Inconformado com a decisão, um dos réus recorreu para a Relação de Coimbra entendendo que "é muito forçado" incluir a atividade de paintball no leque das atividades perigosas, ao contrário do que entendeu o tribunal.
Os juízes da Relação consideraram, no entanto, que "devido à força com que as munições são projetadas, não pode deixar de se entender que tal atividade configura uma atividade perigosa", confirmando a decisão recorrida.
O jogo de paintball consiste, em termos gerais, na simulação de "jogos de guerra", cuja finalidade última é a eliminação dos jogadores da equipa adversária.
Os jogadores estão equipados com máscaras e coletes de proteção e usam armas de ar comprimido que servem para atirar as bolas a grande velocidade que, ao atingirem o adversário, rebentam e libertam a tinta.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/adolescente-ferido-a-jogar-paintball-indemnizado

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Geral / Re: Rio Negro 2 ( 2014 )
« em: Novembro 24, 2013, 14:35:56 pm »
Perdi-me nos tuneis e fui dar de caras com o inimigo pensando que era amigo... :o

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Rescaldos / Re: Rescaldo Eagle Strike-Last Hope - 30ª Seixalíada
« em: Outubro 26, 2013, 11:53:01 am »
Desta vez não tenho muito para "rescaldar"...mas aqui vai a parte que me tocou...

A minha equipa Grupo Delta...ficou na facção vermelha...

Foi-nos atribuída a missão de defender o Palácio Presidencial...se por um lado achei a ideia interessante...pois se era um Palácio...então aquilo deveria ser só luxo e acima de tudo certamente teria uma bela garrafeira o que nos iria proporcionar uma bela estadia...mas por outro lado...achei que a ideia iria trazer complicações...é que mandar-nos defender é como se exigíssemos a jogadores como o Cardozo, Pauleta, Nuno Gomes. Lima...para jogarem como defesas o jogo todo.

Chegamos ao Palácio e caiu por agua abaixo a minha ideia interessante...o Palácio estava uma lástima...resultado de guerras anteriores. No centro do Palácio verifiquei que estavam duas bandeiras...a vermelha foi logo hasteada e percebi que jamais a azul poderia ser subida naquele mastro...dessa forma resolvi que aquele seria o meu lugar.

Entretanto foi montado um perimetro de defesa...e assim...aguardamos...aguardamos...aguardamos...
e ao fim de algumas horas ouvimos tiros...os azuis estavam por perto. Em pouco tempo os tais defesas já estavam a jogar ao ataque à procura dos azuis no exterior do Palácio...eu permaneci no interior.

Fiquei horas no meu local...até que de repente sem saber de onde veio...levei com uma bomba nos cornos...e fui evacuado em estado grave para a base. Azar teve o meu colega de equipa Gordo...que estando no exterior...e num gesto de boa vontade...resolveu fazer-me uma visita para ver se eu precisava de alguma coisa...e quando estava a chegar junto de mim...foi precisamente no momento em que caiu a bomba...apanhando-o em cheio.

A recuperação na base...foi um pouco lenta e dolorosa...isto porque o soro e os antidotos que me ministraram eram feitos à base de agua...se fossem feitos à base de álcool a recuperação teria sido mais rápida.

Enquanto recuperava na base...começou a correr o rumor que o Palácio Presidencial...tinha caído nas mãos dos azuis.
Integrei um grupo que tinha como missão recuperar de novo o Palácio. Atravessamos uma zona montanhosa com o intuito de atacarmos pelo lado menos previsível...e após um esforço fisico quase titânico...conseguimos uma aproximação que nos dava uma enorme vantagem para o ataque iminente. Já com o coração aos saltos de entusiasmo por irmos finalmente dar cabo de uns azuis...eis que alguém de dentro do Palácio grita para nós: "Vermelhos?"...afinal o Palácio continuava vermelho...e só me apeteceu ir ter com os azuis e perguntar-lhes o que diabo andavam a fazer?.

E ali fiquei mais um looongo tempo...sem ver nada de azul.

Já quase no final...resolvemos fazer uma incursão em território azul...ou seja..."se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé". E assim partimos sem eira nem beira...apenas queriamos ver qualquer coisa azul contra a qual disparar.

Ouvimos tiros...vozes...e lá fomos nessa direcção...só poderiam ser os azuis. Depois de muitas cautelas...chegamos ao local...e... :o...azuis e vermelhos...estavam de volta das bifanas e das cervejolas...enquanto davam uns tiritos para o ar de alegria. Percebemos que para aqueles a guerra tinha terminado...(vontade para me juntar a eles não me faltou...a sede e a fome já apertavam).

Mas...tínhamos de matar qualquer coisa azul...e continuamos a incursão. A determinada altura...ouvimos ruído...eram vários azuis a deslocarem-se...e finalmente iríamos dar cabo de uns quantos. Ainda não era desta...os azuis estavam sob a proteção da cruz vermelha...e dirigiam-se para o hospital... :(

Encontramos um grupo de vermelhos...que nos informaram que a Radio Nacional estava em poder dos azuis...e resolvemos ir à procura dessa Rádio...pelo caminho eis que finalmente se deu o encontro com os azuis. Tiroteio...e finalmente consegui acertar nos meus primeiros azuis. A vantagem estava toda do nosso lado...pois os azuis tinham sido atraidos para uma emboscada clássica...foram atraidos por uma parte do grupo e sem se aperceberem ficaram metidos no meio de dois grupos. Mas...nesse preciso momento...a arma passou a disparar em seco...arma nova e carregadores novos (talvez pouco compatíveis)...deu azo avaria e a dar-me como morto.
Uma palavra de agradecimento para um azul (desconheço o nome) que percebendo-se da avaria se ofereceu para ajudar...(afinal os azuis...mesmo com aquela cor...até não eram maus tipos).

Como o jogo já estava muito perto da hora estipulada para terminar...regressei...e fui retemperar as forças com umas belas cervejolas...

Pontos Positivos:
- Apesar de estarem muitos jogadores em campo...foi e é possivel estarmos horas sem dar um tiro e ou sem ver um inimigo, o campo e a forma como os jogos são organizados, provam que mesmo estando muitos jogadores em campo é possivel coloca-los no terreno sem ficarem todos ao molho numa enorme confusão...como alguns temiam.

Pontos Negativos:
- Pareceu-me haver muita gente a retirar-se do jogo cedo de mais...e a ficar junto das bifanas...se o jogo tem uma hora estipulada para terminar...acho que se deveria respeitar ao maximo essa hora...

Pouco mais poderei falar...visto que literalmente passei horas sem ver nada...a não ser o Palácio Presidencial...e não fossem aqui os relatos bem como a fotografia do avião (soberbo)...e não faria a mínima ideia de tais coisas...
Esta era a minha missão...e apenas tive de a cumprir...e não me queixo...se o Palácio tivesse sido atacado de forma violenta (como sempre pensei)...a acção teria sido muita e em zona de CQB como gosto...como não foi atacado...(pelo menos de forma violenta)...passei umas horas a descansar... :)

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